Nathal & Candlesticks


 

Este será o novo Blog do Nathal de hoje em diante.





Meu novo endereço é:  Aqui


Apareçam, comentem.




Escrito por Nathal às 18h36
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Estória Global

Hoje em dia o mundo está totalmente envolvido em uma "marolinha"  do tamanho de um Tsunami. A questão é, em minha opinião, questão política, muito mais do que econômica.

Estamos, a meu ver questionando o socialismo democrático que se espalhou na Europa, e nos EUA, apesar de dizerem o contrário.

Desde a queda do liberalismo nos EUA, na Inglaterra, e no Chile, e com a ascensão dos socialistas, inclusive no Brasil, a distribuição de favores, o aumento da corrupção, ou o avanço puro e simples no dinheiro dos impostos, pagos às duras penas pela população, pelos detentores do poder, teve seu lugar.

 Foi uma apropriação gigante da riqueza das nações em beneficio do que se chamou, na antiga URSS, de Nomenklatura. 10% da população dos países socialistas detêm 95% da riqueza.

Mas não fosse a massiva impressão de moeda pelos países desenvolvidos, estaríamos há pelo menos três anos em uma depressão econômica. O mundo de hoje mudou e vai continuar mudando.

Apesar do desenvolvimento cientifico, não escaparemos de uma crise de proporções bíblicas em futuro muito próximo, se considerarmos o tempo de vida de uma geração humana.

O problema do mundo é o que se chama de dinheiro fiduciário. A quantidade desse dinheiro nas econômicas é tal que não há a menor possibilidade de que esse dinheiro seja devolvido aos bancos. O que o brasileiro costuma chamar de papagaio, dívida a ser paga, está totalmente em perigo de virar um mico global.

Começamos com a impressão de alguns trilhões de dólares para salvar os bancos detentores da papagaiada nos EUA. Salvando-se os bancos, salvar-se-ia a população e seus depósitos, já que era tanto dinheiro que os bancos não poderiam ter a menor chance de quebrar. Foram assim considerados “grandes demais para falir” e o que se viu foi o movimento mais estranho do mundo. Qualquer notícia ruim que aparecia, as bolsas subiam mais e mais, devido ao fato de que os BCs estavam salvando qualquer um que fosse credor de qualquer quantidade de dívida, desde que fosse um banco.

E o socialismo salvava seus comparsas, os ricos e banqueiros, com o dinheiro pago pela população em impostos.

Até que a crise começou a ameaçar os próprios bancos centrais, que ficaram com um bando enorme, incomensurável, de papagaios.

 

Então, só então, começaram a cortar benefícios, esmolas e outras formas de calmantes populacionais, que têm o propósito de acalmar as populações, enquanto o roubo das riquezas tomava o seu rumo.

Agora, sem empregos, benefícios, pensões e aposentadorias, os governos vão fazer economia, achacando os pobres e arrecadando menos.

Esses governos vão cair, os próximos vão ter de pagar a dívida impagável.

O povo vai entrar pelo cano, como sempre.

Uma coisa já é certa. Os Bancos Centrais não podem mais imprimir dinheiro, pois a expectativa de um sistema econômico que pressupõe que recursos finitos, jamais acabam, e que pretende distribuir riqueza que não existe, causa uma mudança no balanço da lei de oferta e procura que causa inflação, que por sua vez causa empobrecimento geral, menos para aqueles tais 10%.

O centro do furacão hoje é a Grécia, com uma dívida estimada de $ 300 bilhões de euros. Depois temos Portugal e Irlanda, somando essa dívida, dos três países, teremos perto de $1 trilhão de euros em dívidas.

O próximo da lista em questão é a Espanha. Mas ela é um caso diferente, ela sozinha tem uma dívida maior que a soma dos outros três países e não se sabe se essa dívida é de $2 ou $3 trilhões. É uma incógnita que BCE não quer deixar o mercado saber.

Nos EUA se sabe que a dívida, só do governo, é maior do que $ 14 trilhões de dólares.

Somando-se o total das dívidas, se elas forem pagas, somente os donos dos bancos terão dinheiro, o resto paga conta. Parece que a maquina capitalista vai ter de dar uma freada, ou seja, uma desvalorização geral de moedas, empobrecimento geral, e consumo bem menor do que se espera no sistema.

Melhor dizendo, vamos ter de mudar esse sistema, é o que se está chamando por ai de “troca de paradigma”.

Vai doer muito.

O Brasil é um dos primeiros a querer esconder a queda do consumo com impressão de dinheiro, distribuição de benesses, e gasto público. Quando chegar nossa hora, não quero nem ver.

 

 

 



Escrito por Nathal às 09h33
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Assista e se Assuste.

 

http://www.youtube.com/watch?v=XySGw-g2tyk

 

 

 

 

 



Escrito por Nathal às 19h59
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Descobriram; a ferda mede.

Esse caso da contaminação por E. Coli na Alemanha é muito esclarecedor do que hoje é politicamente correto.

Na Alemanha são já todos verdes, ou pelo menos a grande maioria. É bacana ser verde, da hora, politicamente correto. Vamos consumir produtos orgânicos sem o maldito adubo inorgânico, NPK.

Vamos adubar nossa comida com coco, bem orgânico, comemos merda e ai, infectados por uma bactéria encontrada nos intestinos, resistente aos antibióticos, e mortal, ficamos reclamando, mas ao mesmo tempo indenizando aqueles que, em fazendas orgânicas, jogam coco na lavoura.

Você está reclamando de que? Pense bem, seja verde compre produtos orgânicos, 40% mais caros e faz um bem danado para a sua saúde.



Escrito por Nathal às 13h13
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O fim

O que o mundo está assistindo é o fim das teorias econômicas. O fim do capitalismo, o fim do socialismo, e da social democracia, o fim do liberalismo, e o fim dos recursos naturais baratos, além de pressentir o desastre econômico que o preço, cada vez mais alto da alimentação, trará à humanidade.

Vamos passar alguns anos tentando equacionar como viver sem energia. A maioria da população vai ter de lutar para poder pagar a conta de luz e gás. Até que o mundo troque a matriz energética, as coisas ficarão cada vez mais difíceis.

O fato é que não há como crescer economicamente, isso é definitivo. O mundo vive neste instante o dilema de como fazer o consumo cair drasticamente, sem que a classe dominante, os políticos, e a “zelite”, entrem por um cano jamais visto na historia da humanidade.

Eu não estou muito preocupado com essa gente, preocupo-me com os chineses, brasileiros, e outros povos emergentes. Chegamos no fim da festa, estamos comendo as sobras. Pode acreditar, não vai dar mais para todo mundo.

Querem falar do que? Comida? O mundo está sem potássio. É acabou. Você já ouviu falar da escassez de potássio? Sabe por que isso ameaça a humanidade?

Que tal de petróleo? Sabe que o petróleo está acabando. Pelo menos o que custava barato até o ano passado. Você já se deu conta de que a OPEP esta sem cabeça, sem rumo, sem domínio, por causa da tal de primavera islâmica. Já percebeu que o preço do petróleo, cobre, minério de ferro, não caem nem que digam que o mundo entrou em depressão econômica.

Então essa conversa de que vamos crescer já faz parte do folclore nacional e mundial. O mundo globalizado não vai mais a lugar algum, a não ser que já temos quem minere a Lua, e Marte.

E assim, tudo o que foi dito e aprendido em termos de economia, pode esquecer. Vamos ter de achar novos rumos, se der tempo.



Escrito por Nathal às 14h02
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A esperança do Xerife.

 Depois de um banho de sangue ontem no mercado mundial, as manchetes de hoje e os comentários das televisões especializadas são:

1.      Lá pelo final do ano o Dow Jones vai estar em 20.000 (atualmente está em 12.000) e relacionam as 10  razões  para isso acontecer.

2.      Se as bolsas estão caindo é porque a economia está desacelerando e temos de chamar o xerife (FED) para salvá-la.

Acho melhor chamar a cavalaria.

Parece que a única certeza que essa gente toda tem é que os preços dos produtos de energia e alimentação, além dos metais, vão subir de preço.

Todo mundo compara a depressão dos anos 30 do século passado com a situação de hoje.

Lá tínhamos muito recurso e estávamos iniciando o desenvolvimento à base de energia barata e não renovável, e principalmente, apenas 1,8 bilhões de pessoas viventes. Aqui temos 7,1 bilhões de indivíduos, todos querendo consumir, e os preços da energia vão ficar mais caros do que qualquer um pode imaginar, a não ser aqueles que sabem o que é a realidade da economia hoje.

Então a esperança dessa gente se resume a que a bolsa suba.

Os problemas e a vida vão ser resolvidos pelo Xerife...pensam eles.



Escrito por Nathal às 08h15
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Grécia e Alemanha.

 

Grave situação hoje pela manhã e os europeus vieram com mais alguns bilhões de euros para mitigar a situação. Eles chamam o movimento de “chutar a lata ladeira abaixo”, o mesmo que empurrar com a barriga.

Os movimentos sociais estão nas ruas pedindo que não se coloquem medidas de austeridade no país. E enquanto isso os bancos recebem a sua dívida de curtíssimo prazo e exigem  medidas de austeridade porque não vão mais emprestar dinheiro à Grécia, isso é definitivo. Basta olhar para as taxas de juros de curto e médio prazo na Grécia, 24% e 16% respectivamente.

As bolsas adoraram. Não há nenhuma que não esteja subindo pelo menos 1% no mundo. Isso vai durar até o próximo mês, quando mais uma parcela da dívida deve ser cobrada do Estado falido da Grécia.

Colocar dinheiro na situação é como dar analgésico para doente terminal. E a dose tem de ser cada vez mais forte. Até que ele morra. E quando morre todas as pessoas dependentes da distribuição das benesses socialistas vão se ver tão doentes quanto o país.

O resultado dessas manifestações, pacificas, pedindo para que fabriquem mais dinheiro e salvem a população grega da falência, sabemos onde vão terminar.

 O pau vai comer.

Enquanto isso os países ricos da Europa estão gastando a grana pensando em se salvar no futuro. A Alemanha acaba de anunciar que vai fechar suas usinas nucleares, e com isso vai ter de importar eletricidade dos vizinhos até que ela troque toda a sua dependência de energia nuclear. É um passo criticado, mas de longo alcance. Vai introduzir um novo alento ao crescimento econômico alemão e, no final, quem vai vender energia renovável serão eles, além de estarem aprendendo na construção e uso dessa energia.

Bem, isso se sobrar alguém de pé depois que a Grécia dizer que não vai pagar a dívida. Isso vai acontecer assim que os bancos centrais da Europa ficarem  sem credibilidade para continuar imprimindo moeda.

 



Escrito por Nathal às 07h46
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Vejam o que é um termômetro econômico.

 

 

A companhia Norueguesa Frontline, operadora de navios tanques para petróleo,  recebia no ano de 2008 nada menos do que $ 177.036,00 por dia nas viagens através do globo para entregar petróleo. Hoje recebe nada menos do que $ 8.900,00 por dia.

E todo mundo falando em crescimento global.

 

http://www.businessinsider.com/frontline-sell-ships-2011-5



Escrito por Nathal às 09h56
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1x10x10x10x....

15 anos de crescimento de 10% ao ano quer dizer, em base 1, crescimento de

1.000.000.000.000.000

Foi possível? Sem dúvida. O governo Chinês apostou na construção civil. Há dezenas de cidades completamente vazias esperando que a população compre os apartamentos e lojas em shoppings. São chamadas de novas cidades fantasma. Mas é preciso vendê -las primeiro.

Por quanto tempo isso poderia durar?  Só pelo tempo que o mercado pudesse fazer dinheiro na posição.

Hoje a realidade é o desmonte das posições compradas. A China está mostrando dados preocupantes para a continuidade do “milagre”.

Na Europa a população não quer que os socialistas parem de distribuir o que não tem mais. Foram defenestrados do poder nesse final de semana no território espanhol.

Nos EUA a discussão gira em torno do teto da dívida, 14.5 trilhões de dólares, já alcançada.

No Brasil e emergentes todos sabem que vai haver fortíssima marolinha.

E podem esperar que o FED vem ai com mais dinheiro.



Escrito por Nathal às 08h35
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Enfim, o mundo não se acabou.

Mas essa estória do dinheiro do ministro...

É o fim do mundo.



Escrito por Nathal às 07h51
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Será que o que se vê nas notícias é resultado da revolução tecnológica nas telecomunicações?

 

Recorde os últimos 6 meses. O que se viu de tragédias humanas, econômicas e climáticas acontecendo, foi diferente de tudo o que assistimos na historia conhecida das gerações viventes.

Ocorre que qualquer evento ambiental mais forte, não que eles não tenham sido fortes no passado, não estou querendo relacionar eventos climáticos com o aquecimento global, mas a maioria dos acontecimentos que atingiu lugares povoados tornou-se tragédia humana imediatamente. O Japão foi o mais grave deles.

Some-se a isso a crise em que o mundo está metido até o nariz e você está vivendo tempos inesquecíveis.

No entanto você liga a televisão no jornal da manhã e há um festival de comemorações futebolísticas sendo noticiado, não só hoje, todos os dias do ano.

É a nossa maneira de dar pão e circo ao povo.

 

Velhinho tarado.


 

 

Mas hoje, o fato que está se tornando o estopim da tragédia humana na farra do socialismo é a estória do velhinho tarado. Não que um ataque sexual por um velho de 72 anos seja uma novidade, ou um fato que possa vir a desestabilizar o socialismo no mundo rico. Acontece que o velhinho em questão é o chefe do FMI, banco que segura às pontas dos países que gastam mais do que podem ganhar.

Temos de colocar uma verdade absoluta aqui. Capitalismo é capitalismo, é selvagem e essa é a única verdade sobre o sistema. Misturá-lo com socialismo e controle do Estado nas relações econômicas é o caminho para o desastre.

Vive-se bem por um tempo, mas o desastre é inevitável. Isso é verdade e não adianta discutir se estou certo ou errado. Não se pode mudar uma lei da física, ou da natureza.

Adicione-se a isso outro fato irrefutável. A humanidade alcançou esse nível de desenvolvimento apenas porque encontrou eficiência na energia fóssil e essa energia está simplesmente se acabando. Essa energia foi usada de forma inconcebível para um ser vivente do futuro, na verdade foi totalmente desperdiçada.

A realidade é que o remanescente estoque da energia no mundo vai custar caro para ser usado. Mais um ingrediente para a nossa receita é que a população humana cresceu além do que o planeta pode suportar e também além do que a própria humanidade é capaz de alimentar com a tal de social-democracia.

O que vai acontecer, sem dúvida, é que a lei natural vai colocar as coisas no seu devido lugar. O ponto de equilíbrio, temo, será alcançado com uma verdadeira tragédia humana. Ainda bem que não vou estar mais por aqui, mas foi bom saber que a humanidade vai prevalecer, não importa o sacrifício que ela terá de fazer.

 


 



Escrito por Nathal às 08h22
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Quem pagou a conta de Lulla?

Pelo que se lê nas manchetes dos jornais, e pelas discussões entre a Elite e os pobristas, quem pagou foi a indústria nacional.

Mas quem liga. Hoje em dia o mote é; não fabricar nada, comprar tudo da China e vender commodities, palavra da moda e maneira que o PT teve de fazer voltar a historia.

Nosso Brasil volta às origens, acabamos com a herança de Juscelino e ficamos com a de Lulla. Vendemos produtos primários, como os velhos e pobres tempos. O Partido de Lulla, certo de que faz o melhor para o Brasil, entrega de bandeja os recursos naturais brasileiros.

Estamos fazendo a mudança de uma montanha de ferro de Carajás para a China.

Estamos acabando com a agricultura de alimentos para produzir cana.

Estamos anulando o esforço de 50 anos e dizimando a indústria e as pessoas que sabem como fazer produção nesse país.

Em 2002 eu pensei cá com os meus botões: o José de Alencar vai se dar mal em apoiar Lulla. Isso não vai acabar bem. Pena que o gajo morreu antes de ver a cagada que fez.

Vivemos o tempo de Lulla e o ciclo econômico vai se completar. Quero vem quem vai conseguir arrumar emprego no Brasil de 2012.

Preparem-se para o grande momento, a fatura maior está por chegar.

 



Escrito por Nathal às 05h33
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Já está nos jornais da noite.

O colapso da indústria brasileira e o cantar de galo do governo

O BRASIL ESTÁ PODRE.

Com uma reportagem onde se mostra a imensa incapacidade da indústria brasileira em competir e vender o que fabrica, e diante da constatação de que os investimentos estrangeiros no país na indústria aqui dentro só trazem indústrias montadoras, que importam componentes e os montam aqui, utilizando o que há de mais moderno em automação industrial, os jornais da noite deixam claro que a indústria nacional está literalmente falida.

Mesmo que o nosso governo tomasse medidas contra a valorização do real imediatas, isso não seria capaz de reverter uma situação mundial, onde a competição está posta apenas para que as grandes companhias multinacionais possam produzir tudo.

O nosso governo se gaba do montante de investimentos estrangeiros no país. O que eles vêm fazer aqui é simplesmente se apoderar de nossos recursos e de nossa necessidade de consumo. Qualquer brasileiro que se arrisque a fabricar e competir está simplesmente criando dívida com o governo, já que nem os impostos pode pagar.

A indústria nacional é obsoleta e não tem capacidade e nem poder de construir indústrias que acompanhem a mecanização tecnológica alcançadas pelos países desenvolvidos.

Se você ainda não ouviu falar em impressão em 3D é porque não está acompanhando o desenvolvimento da indústria mundial e de sua tecnologia.

De qualquer forma estou adorando ver o feitiço se virar contra o feiticeiro.

Primeiro a subida dos sindicalistas ao poder. De uma hora para a outra todos eles se transformaram de comunistas em severos capitalistas. Agora estão para constatar que todos os empregos da indústria vão desaparecer em apenas seis meses.

Quero ver Lulla explicar isso em uma palestra lá na FIESP.

Bem feito.

 



Escrito por Nathal às 03h37
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O socialismo está apodrecendo.

Estão tentando convencer o mundo inteiro de que o socialismo é a saída para o capitalismo.

No entanto a social democracia, e todos os movimentos sociais estão podres, caindo aos pedaços, e ameaçam apodrecer o tecido social totalmente. Vão matar a galinha para poder tirar os ovos.

Para quem enriqueceu no socialismo, os burocratas, políticos, bancos, e empresas que tomaram parte na mamata geral, a questão é outra. Como manter o status quo.

O capitalismo tem seu defeito, tira vantagem do socialismo e sabe que mesmo o sistema socialista carregando o câncer do desperdício e a morte eventual, não há nenhum capitalista convicto que não o defenda.

A Europa começou o sistema e é ela que vai primeiro terminá-lo. Não há saída. O sistema de emprestar, gastar, imprimir, e devolver o empréstimo, está preste a desabar na Europa. A dívida é tão enorme que não haverá como dizer ao cidadão que de agora em diante ele vai ter de:

Consumir menos, pagar mais impostos e receber nenhum salário ou beneficio do governo.

A esta altura do campeonato, depois de 3 anos imprimindo dinheiro e comprando ouro com ele, os ricos, podem deixar a moeda mundial desaparecer. Nenhum deles ligará para o Double Dip, ou seja, a queda das economias em outra recessão.

Na economia capitalista um movimento errado, uma escolha mal feita, a perda de um momento é fatal para as empresas e empresários. No sistema socialista, os amigos do poder podem fazer o que bem entenderem. Certo ou errado, o governo irá salvá-los. Essa é a crença geral.

Somente por esse fato, isto é, salvar os ricos com o pagamento caindo no costado dos pobres, é que o socialismo vai apodrecer de uma vez por todas.

Os acontecimentos na Europa, e nos EUA, mostram que o poder dos socialistas é enorme. Nos EUA eles forçaram o FED a imprimir dinheiro para salvar os bancos, e na Europa eles forçam governos a tomar empréstimos, na marra, empréstimos que os próprios governos sabem que não poderão pagar, nem financeiramente, nem politicamente, mesmo assim, a Grécia vai ser forçada a pegar mais dinheiro e fazer o povo sofrer mais sacrifícios. O mesmo está acontecendo com Portugal, Irlanda, e a Espanha será a próxima vítima.

A forçada de barra para que os países aceitem e tomem os empréstimos salvadores é feito porque eles pressentem o perigo do sistema inteiro cair.

Para os mentores do “Plano Salvador” é preciso que Irlanda, Portugal, e Grécia cresçam economicamente em um período de tempo recorde e com o povo pagando a conta. Sinto dizer, mas isso não vai acontecer. Não no período de tempo que o sistema precisaria.

O preço das commodities no mundo arruinou o plano mirabolante dos socialistas e mamadores.

Lembram do slogan “o mundo gira e a Lusitana roda”, pois é, ele esta em pleno funcionamento e o relógio não para.

E se você não percebeu, o Brasil está trilhando o mesmo caminho, sem tirar nem por.

Mas não se preocupe, assista o seu time de futebol jogar.



Escrito por Nathal às 08h56
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E a matéria seguinte?

Manchete.

 

 A Europa no pós crise.

Estão vendo? Eles não sabem o que está acontecendo na cara deles, e se dizem jornalistas da rede globo. Uma vergonha.

Sinto informar, a eles, e aos meus leitores, que a crise de 2008 foi só uma marolinha, o que se viu foi o recuo das águas em 2009 e 2010 e agora estamos assistindo ao tsunami.

Arrasador, ele hoje desmontou o preço das commodities. A prata caiu em 2 dias 25%. Imagine quem comprou a porcaria. O petróleo, em 3 dias caiu de $114,20 para $98,00

Ninguém teve nem coragem de comentar nos jornais o porquê disso.

Eles desconfiam, mas não têm coragem de dizer.

Portugal vai ter de derrubar seu déficit público de 10,5% do PIB para 5,9% ainda esse ano, segundo a promessa feita ao FMI. Piada. Boa não é?

Semana que vem mais tardar, vocês vão ver a Espanha pedindo a ajuda do FMI. Coisa de uns $ 580 bilhões de Euros, por baixo. O pau vai comer.

Acabou a percepção de que mais dinheiro no mercado conserta tudo. Aliás, quem acabou com essa crença absurda foi a velha conhecida dos brasileiros, a inflação veia de guerra.

O mundo vai obedecer ao Tombini, nosso presidente do BC. Vai derrubar o consumo de tudo na marra. Aliás, já começou esse movimento há dois meses pelo menos, mas ainda não deu nos jornais. A bolsa fala antes, vocês viram como foi hoje? E ontem? E antes de ontem?

Sabem o que é  o pior? Mesmo com a queda do preço das commodities, os preços de agora nos supermercados, não vão cair não.

Está com medo da inflação? Não tema, você vai comprar produtos baratinhos logo mais. A crise vai ser tamanha que os preços vão recuar bem mais depressa do que você está imaginando. Ainda mais com a China desovando tudo o que fabrica mais barato ainda. Isso começa assim que as indústrias brasileiras começarem as demissões.

Vai começar pela indústria de aço, podem acreditar no que eu digo.

 

Só tem uma coisa, eu não vou finalizar falando de futebol.

Pão e circo. Não é comigo.

 

 

 



Escrito por Nathal às 23h24
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