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Agora estão falando dos problemas? Mas agora, só agora? Vejam isso: 08:56 CRISE PROVOCA EXCESSO DE AÇO NA CHINA Pequim, 27 - A indústria siderúrgica da China opera atualmente com capacidade ociosa de 150 milhões a 200 milhões de toneladas, o equivalente a seis vezes a produção total do Brasil. O colapso da demanda internacional e o aumento dos investimentos no país agravaram ainda mais o problema, que também afeta os setores de alumínio, cimento, químicos, refino e energia eólica, revela estudo divulgado ontem pela Câmara de Comércio da União Européia na China, realizado em parceria com a consultoria Roland Berger. O excesso de capacidade provocou a redução das margens de lucros das empresas, o encolhimento dos investimentos em pesquisa e desenvolvimento e a maior dificuldade para pagar empréstimos bancários, disse o presidente da Câmara, Joerg Wuttke. Fora das fronteiras do país, o desequilíbrio alimenta os conflitos com parceiros comerciais e deverá ampliar as medidas antidumping contra a China em 2010, ressaltou. A situação se agravou com o pacote de estímulo de US$ 585 bilhões anunciado pelo governo em novembro de 2008. No ano passado, a China tinha capacidade para fabricar 660 milhões de toneladas de aço, mas produziu 500 milhões, das quais consumiu 470 milhões. O setor siderúrgico continuará a crescer em 2009, apesar da previsão de que a demanda global pelo produto cairá cerca de 15%. Só na primeira metade do ano, US$ 20,6 bilhões foram investidos na produção de aço. As autoridades de Pequim estimam que os projetos em andamento acrescentem mais 58 milhões de toneladas de capacidade nas siderúrgicas. Ontem o governo chinês anunciou a suspensão de todos os projetos de novas unidades de cimento que estavam em construção ou seriam iniciadas até 30 de setembro. No ano passado, o país tinha capacidade para produzir 1,64 bilhões de toneladas de cimento, mas fabricou 1,38 bilhão. Ainda assim, os investimentos no setor aumentaram 66% de janeiro a julho, para US$ 13 bilhões, que se traduziram em 210 milhões de toneladas adicionais. A União Européia vai analisar a situação de seis setores que são alvo de medidas anunciadas pelo Conselho de Estado da China em outubro, para enfrentar o excesso de capacidade. Mas a entidade ressalta que o problema existe em outras áreas. A indústria de esmagamento de soja, por exemplo, opera com ociosidade de 52%. Segundo Wuttke, o problema não é novo, mas era amenizado pela exportação do que não era absorvido internamente. O estudo indica que existem estímulos poderosos para a ampliação do parque produtivo do país, como grande liquidez, alto nível de poupança e baixas taxas de juros. Além disso, há distorções que impedem a ação das forças de mercado quando há queda da demanda. A mais evidente é a ausência de falências das empresas estatais. Adivinhem o porquê é que as ações da Vale pararam de subir? 200 milhões de toneladas de capacidade ociosa em fabricação de aço, seis vezes a produção total do Brasil. E Lulla marolinha quer que a Vale invista em fabricas de aço. Sem falar do tamanho dos estoques do produto na China. E por quê? Porque a China fez um pacotão de estímulos para que a economia não parasse. O normal seria o ajuste natural, mas não, lá, como cá e acolá, todos enfiaram grana no mercado. Só que o mundo não consumiu a produção, temos agora excesso de oferta e demanda nenhuma. Olhem o que está acontecendo nas bolsas. Derreteram porque há perigo de efeito dominó no default dado por Dubai. No entanto, depois de abrirem em queda de mais de 3%, os governos recompraram as ações. Puseram mais muitos bilhões de dólares para segurar a onda de vendas, e as bolsas na Europa estão no zero a zero. Movimento típico de mercados em forte desagregação. Como é que pode querer dizer que estamos crescendo? Quem é que está crescendo? Ah já sei, a nossa dívida, a dívida deles. É isso o que está crescendo, o resto está é diminuindo. É como disse Deus, nosso líder, Lulla marolinha, “a mentira tem perna curta” e empresa estatal chinesa, ou brasileira, não vai à falência, nós pagamos a conta, como sempre.
Escrito por Nathal às 09h38
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Leiam os novos artigos abaixoCurso de Candlestick. Conteúdo.- O que são os candlesticks. - Origem. - Formação. Gráficos.- Formatação gráfica com candlestick e sua interpretação. - Figuras de candlesticks. - Padrões simples. - Padrões compostos. - Interpretação das figuras simples. - Interpretação das figuras compostas. - Análise gráfica com gráficos de Candlesticks. - Noções de Fibonacci e seu uso como ferramenta de análise. - Analise de padrões nos gráficos das ações de sua carteira. Cursos semanais. Duração 6 horas. Segunda e terça feira das 19h00min às 22h00min. Quarta e quinta feira das 19h00min às 22h00min. Sábados das 09h:30min às 16h:30min. Custo – R$ 240,00 Endereço: Av. Doutor Cardoso de Mello, 1340 - 13º andar. Inscrições pelo telefone 11 3562-9654 ou pelo e-mail nathal@uol.com.br
Escrito por Nathal às 17h06
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Tirando conclusões. Acabo de ler notícia que dá conta dos receios do mercado sobre a falência de Dubai. São muitos bilhões de dólares envolvidos, grandes bancos engolindo, segundo as primeiras estimativas mais de 40 bilhões de dólares. A preocupação do mercado é que essa pedra do dominó possa derrubar a seqüência. Mas a preocupação do jornalista em questão sobre a falência foi explicar que por causa do feriado o mercado não conta com o “poder moderador dos EUA”. As palavras usadas pelo jornalista econômico foram: - Qualquer movimento na Europa provavelmente será exagerado sem a influência moderadora dos EUA. O que ele quer dizer com isso? Que o governo americano é quem está segurando e fazendo as bolsas do mundo todo subirem? É sim, pelo menos isso é o que todos percebem. Mas ao se perceber isso, o mercado também percebe que os EUA não vão salvar empresas em Dubai. O que é que o contribuinte americano tem a ver com os gastadores de petrodólares? Vão querer que os EUA comprem a dívida? O que esses jornalistas comprados querem é transformar um desastre nas bolsas em uma simples retirada de lucros. Não desta vez. Há fortes evidências de que os mercados estão temerosos com a situação econômica global. Tipo estas aqui: 
Esse é o gráfico do ouro, uma commoditie. Serve para que? Para absolutamente nada a não ser ornamentação e reserva de valor. Porque será que há tanta fome de se ter ouro na mão? Porque querem pendurar barras de ouro no pescoço feito um colar? Ora, algo de muito ruim está para acontecer. Só um inocente é que não percebe isso. E a outra evidência é esta, também um gráfico. 
O dólar índex. A medição da média de valor do dólar frente às outras moedas. Vejam o pepino em que os EUA estão metidos. Com a queda do dólar ontem, abaixo dos 74,50, os bancos islâmicos, que dependem do dólar para receber suas vendas de petróleo, que por sinal também está em queda, simplesmente pediram concordata, entraram em default. Desde 2001 com a Argentina, não acontece uma coisa dessas no mercado. E quem quebrou não foi um país qualquer, foi Dubai, rei do petróleo e do petrodólar. Será que eles têm ouro o bastante? Preste atenção que a coisa pode virar em uma quebra generalizada, e nem Deus, quero dizer Lulla marolinha, vai poder dar jeito. Claro que a culpa desta vez não é dele certamente.
Escrito por Nathal às 17h04
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Escrito por Nathal às 10h50
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Uma coisa leva a outra e a outra nos levará a todos para o buraco. Bolsa em alta não é sinal de prosperidade? Tudo neste mundo é relativo. No caso atual, bolsa em alta é um sinal de extrema dificuldade financeira no mundo. Países como os EUA, Inglaterra e Japão estão com dívidas acima de 100% dos seus PIBs. No caso do Japão a dívida é maior do que 200% do PIB. Essa situação não foi causada por causa da crise econômica de 2008, porém agravada. A causa dessa situação foram políticas Keynesianas aplicadas durante a última década nestes países. No caso do Japão, a política de gastos públicos foi feita na esperança de que o Japão pudesse sair da recessão em que se encontra há vinte anos pelo menos. No caso dos EUA o gasto público foi feito mesmo por gastança desenfreada, guerras, e consumo desvairado. Um assombro. O Brasil sabe muito bem onde essa política intervencionista, socializante e de gastos públicos, nos levou no passado, e está nos levando novamente. A historia nos mostra que a teoria de Keynes serviu para colocar no mundo inflação alta e desemprego. O que se assiste hoje na economia globalizada é a mesma estória de sempre. Se você ficar pobre, seus amigos, amantes e o resto todo, farão você pensar que você não existe. Não é à toa que todo o mundo agora aposta na China, é amigo da China, quer copiar o modelo chinês. Eles têm muita grana para gastar. Os EUA e Inglaterra, coitados, já eram. Porém o sujeito que está se afogando, mas que não está ainda morto, tem seus últimos suspiros e pode encontrar um bombeiro. A não ser que ele seja o Bernanke, vai ter chance de salvamento. No caso americano e inglês, as políticas usadas para curar a doença financeira, ou excesso de dinheiro na economia e excesso de dívida, foram imprimir o que se chama de "quantitative easing". Melhor explicando, esse termo indica que além da política keynesiana em vigor, os BCs se empenham em aumentar a quantidade de dinheiro eletrônico em circulação, aparentemente apostando na recuperação econômica, a qual foi interrompida porque havia excesso de dinheiro eletrônico no mercado. O mundo está vendo duas correntes serem criadas e ao mesmo tempo sabem que o movimento está no final e que a corrente não irá suportar a injeção de dinheiro eletrônico sem nenhum lastro por muito tempo. A primeira corrente é a da dívida dos países ditos avançados. A segunda corrente a da inflação e desemprego se iniciando. Onde os governos querem chegar com a impressão de moeda? O objetivo dos BCs em fabricar dinheiro é entregá-lo aos bancos, que por sua vez devem emprestar ao público, às empresas medias, às pequenas e grandes, e salvar a economia colocando a roda para girar novamente, aumentando ainda mais o problema, já que essa roda pressupõe funcionar somente se a dívida continuar a crescer, no Estado, nas empresas, e nas famílias. Ocorre que o início da crise deu-se porque os bancos estavam quebrados, literalmente. Tinham dívidas 70 vezes maiores que o valor de seu patrimônio líquido. Ainda por cima estavam com toneladas de notas promissórias que jamais foram pagas ou serão pagas. Esse fato ainda é a realidade dos bancos. Mas quem liga já que o contribuinte americano está pagando a conta com a saúde financeira das gerações futuras. Bem um fato leva a outro e o mercado percebe claramente a situação insustentável da dívida americana e imediatamente toma posição de defesa. País que tem dívida vê sua moeda perder valor e isso ocorreu e está ocorrendo com o dólar. Ninguém mais quer ter dólares na carteira, todo o mundo está sendo guiado a comprar bens tangíveis com os dólares que possuem para manter a saúde financeira. Um dos itens que se compra é o petróleo. E um fato leva ao outro. No momento atual os EUA, e muitos países na Europa, eu diria a maioria, tem aumento significativo nas taxas de desemprego. Um fato leva ao outro. A renda nestes países também está caindo, assim como os gastos dos consumidores. Se você não faz parte dos agora países ricos, os que vendiam para os EUA toda aquela porcaria consumida por lá, você está no time perdedor do jogo, isto é está num país em que a crise vai começar a fazer suas vítimas fatais. Sem emprego, sem renda, com a moeda desvalorizando, com o consumo em queda o preço do petróleo está subindo e vai continuar a subir. Petróleo em alta pressupõe preços de energia em alta. Mesmo pequena que fosse traria muito mais dificuldades aos americanos. Parece que o ciclo econômico por lá é mesmo de queda. Uma coisa leva a outra e a arrecadação de impostos está desabando. O fato é que ao ritmo atual em 18 meses os EUA estarão totalmente quebrados, isto é uma armadilha financeira de difícil escape. Vão ter de imprimir dinheiro, ou emprestar, para poder pagar apenas o serviço da dívida. Uma coisa leva a outra e vamos ver o mundo desacreditar do dólar. Imediatamente o petróleo fará outro pico de preços. Não cairá porque o americano irá consumir menos, ao contrário, o mundo sabe que o consumo na China desse produto aumentará enormemente, e os preços explodirão. Uma coisa leva a outra e os políticos não vão apenas olhar e deixar o mal acontecer. Vão tomar medidas de correção. Uma coisa leva a outra e tudo o que foi dito ai em cima, apesar de estar acontecendo, sofrerá a sua correção. Quando? Agora mesmo. Acham que o dólar vai continuar a cair? Não vai. Acham que as bolsas irão continuar a subir? Não vão. Acha que o petróleo subirá? Não subirá muito mais do que o patamar em que se encontra o que já é um mal para a economia global. Aumento nesse preço, em curto prazo, fará a economia sofrer ainda mais e isso não é o que querem os governos no globo. Será preciso fazer o dólar se recuperar e baixar o custo das commodities em curto prazo, sob pena de vermos a inflação não subir e o consumo cair bruscamente. Esse seria o pior dos mundos. Os governos contam com inflação. Esse é o objetivo final de tanto dinheiro no mercado, precisamos de inflação. Ela traz o medo de que o que quer consumir agora esteja mais caro no futuro, portanto, gaste agora, faça a roda girar.
Escrito por Nathal às 10h50
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Escrito por Nathal às 20h28
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Escrito por Nathal às 14h03
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Queda ou crescimento econômico?
Para o indivíduo comum a economia tem apenas de “ir bem”, seu emprego garantido e assim ele toca a vida. Já para os dirigentes dos países a economia é o seu calcanhar de Aquiles. Hoje no mundo pós-crise, temos situações inusitadas criadas pelo rebalanço das forças econômicas que patrocinaram o extenso crescimento econômico dos últimos dez anos. Uma delas diz respeito à política de juros do BC brasileiro. Nosso BC está enfrentando uma situação inusitada. Se por um lado o Brasil acumula reservas devido ao fato de que há no mundo excesso de dólares a juros zero, esse fato pode trazer, e está trazendo, fortes preocupações ao parque industrial nacional que se vê ameaçado pela forte valorização que o real vem experimentando. Nossas indústrias perdem competitividade na hora de vender seus produtos, frente aos produtos de países que mantém suas moedas desvalorizadas, e pares, frente ao dólar, caso da China. Para coibir tal situação seria preciso mais que colocar uma barreira de 2% nas entradas de capitais, seria preciso executar forte queda nas taxas de juros internas, o que é impraticável economicamente no Brasil, como ficou provado. Perdemos a oportunidade de deixar a taxa de juros no Brasil igual a países de primeiro mundo. O real forte é visto pela população brasileira como uma prova de que o Brasil saiu do seu eterno lugar de país em desenvolvimento. A mídia no mundo inteiro dá ao Brasil um lugar de destaque. Afinal por que o Brasil está se destacando perante outros países? o que afinal acontece aqui que não acontece em outros lugares? Entrada de dólares não é privilegio nacional. Outros países enfrentam o mesmo problema do Brasil e já estão deveras preocupados com a situação. Na verdade essa “vantagem brasileira” é uma desvantagem descomunal, só não vista pelos nossos dirigentes, que na verdade não sabem bem o que fazer. Eles acham que, enquanto reservas estão sendo amealhadas, bolsas subindo, a economia crescendo, tudo está certo. Onde a economia cresce por fundamentos reais como na China, a moeda não se valoriza, o dinheiro entra para investimentos de longo prazo, as indústrias florescem e tem preços competitivos, o que lhes traz lucros e faz a bolsa subir. No Brasil, as indústrias estão aumentando suas dívidas, perdendo competitividade, perdendo vendas e lucros, exportando empregos, e mesmo assim as bolsas sobem. Afinal como se explica esse fenômeno brasileiro? O governo tem de enfrentar essa bolha especulativa no mercado de ações e para isso tem de aumentar juros, exatamente o contrário do que deve fazer para parar a bolha no mercado de cambio. Com a competência brasileira nos não fazemos absolutamente nada. Por quê? Porque temos de lidar com a inflação. Se baixarmos os juros mais ainda, vamos colocar a inflação de volta nos preços, e isso é tudo o que o Brasil não quer. Então deixamos a situação do mundo ir onde deve ir porque por aqui não podemos fazer mais nada para tentar coibir os efeitos do excesso de dinheiro. Se o governo se mexer aumentando os juros quebra de vez a indústria nacional, se ele derrubar juros traz a inflação de volta. Sinuca de bico, diria o mineirinho. Essa sopa de problemas internos tem a ver com a crise não acontecida, a tal marolinha. O mundo está diante do fato de que a crise vai começar para valer. Depois do repique dado pelo impulso do dinheiro fácil, barato, sem custo, que o FED colocou no mercado para “salvar o mundo” a situação do resto do mundo é a mesma da brasileira. O único país que não sofre os efeitos da desvalorização do dólar é a China. Não é à toa que Obama está lá hoje para reclamar da paridade entre a moeda chinesa e o dólar. A China tem a política que chamo de “aonde a vaca vai o boi vai atrás”, os seja paridade com o dólar. Ela não perde competitividade, não deixa o mundo fazer a mudança necessária nos seus desequilíbrios, e trás muita instabilidade, ao contrário do que a mídia quer nos fazer acreditar. A China não é a solução para o mundo, a China é o problema do mundo. A população humana acredita mesmo que o crescimento contínuo é a única solução para a crise. Acredita que é possível crescer indefinidamente com recursos escassos e finitos. Com o excesso de dinheiro posto no mercado, e com os recursos escassos que teremos nos próximos anos, não se vê como é que a economia poderá crescer por muito mais tempo. Estamos entrando no ciclo de queda econômica. Isso é um fato. Ainda bem que eu não vou estar aqui para ver os acontecimentos do futuro.
Escrito por Nathal às 08h59
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O bem e o mal. Disse o nosso ministro das minas e energia que o apagão foi um bem para o país. Essa conversa toda, pensava eu, não iria dar pano para manga, mas deu. E como deu. Nosso ministro, e nosso presidente, ignoram fatos da natureza humana. Vá a uma biblioteca e abra um livro de historia, qualquer um, não precisa escolher. A historia da humanidade tem por móvel básico a pilhagem. Nós brasileiros não somos diferentes dos outros seres humanos, mesmo Lulla querendo que essa seja a realidade do povo por aqui. Não, somos um povo pobre, mal educado, malandro, aproveitador. Só não aconteceu uma grande pilhagem, as cidades não viraram terra de ninguém, porque o povo não percebeu de antemão a gravidade do evento elétrico. Tivesse a turba percebido que o evento duraria quatro horas de escuridão, tivesse o povo percebido que o evento era nacional e estaríamos agora contando mortos e comércios invadidos. Essa é a mais pura verdade. Lulla que dê jeito disso não voltar a acontecer, porque na segunda chance o povo vai mostrar quem é ele. 
Escrito por Nathal às 18h08
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Não posso me furtar de falar sobre o apagão. É um assunto interessante e de fácil digestão. Segundo o governo tudo não passou de um problema de raios, chuvas e ventania. Fosse outro o dono do poder esse assunto iria dar pano para manga, mas não dará mais do que um novo discurso triunfalista de Lulla Marollinha. Ele já deve ter achado o culpado pelo apagão que deixou o país de joelhos. Seja lá quem for o eleito pela culpa, o tal apagão mostrou que o Brasil mente ao dizer que investiu 40% a mais em energia e transmissão do que gastaram os governos dos últimos 123 anos juntos. Nada como Lulla no poder, nosso deus. O fato é que a infraestrutura elétrica brasileira, de ponta segundo o governo, deixa muito a desejar já que pode ser detonada por um simples raio ou uma chuva mais forte. Nestes tempos de ciclones e furacões nunca antes acontecidos neste país, a fragilidade elétrica é um problema de segurança nacional. Eu sugiro ao Lulla que coloque um soldado em cada poste e uma brigada em cada torre de transmissão. Já pensou se os PSDbestas resolvem seguir a linha do MST e derrubar uma torre destas para ganhar votos e colocar a culpa no PT? Que bom que nossos terroristas estão hoje comandando o Brasil, não é? Somos um país de sorte mesmo. Nada de grave acontece por aqui, por enquanto. Foi muita sorte não ter havido uma convulsão social grave em cidades como São Paulo e Rio, tipo invasão de supermercados e lojas, ou depredações em metrôs e ônibus. Foi muita sorte o pessoal estar nos bares, e adivinhem quem pagou as contas? Ninguém. É tudo não passou de um problema de transmissão.
Escrito por Nathal às 21h22
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A esperança dos homens zumbis. Hoje o mundo conta com o que os “homens de preto” estão fazendo para consertar as economias. Os homens de preto são os dirigentes e fazedores de políticas econômicas, presidentes de Bancos Centrais e todos aqueles grandes políticos, e economistas que estão hoje dirigindo o mundo. Olhando mais atentamente ao discurso, e ao curso dos eventos, o que se quer é o seguinte: 1. Fim dos déficits gêmeos americanos. 2. Aumento considerável do consumo interno na Ásia, EUA, Brasil, Europa. 3. Pagamento integral das dívidas dos bancos com o mercado até 2011. 4. Valorização do dólar e fortalecimento das indústrias locais nos EUA e ao mesmo tempo valorização das outras moedas em relação ao dólar. 5. Esperança de que o preço do petróleo não suba acima de 85,00. 6. Crescimento econômico generalizado. 7. Inflação completamente controlada. 8. Indução econômica através de forte injeção monetária nos quatro cantos do mundo. 9. Aumento generalizado das dívidas dos países para indução do crescimento econômico. 10. O não estabelecimento de qualquer tipo de protecionismo econômico por parte dos países envolvidos Estes são os desejos das atuais administrações dos Estados envolvidos na crise que não é crise. Há entre os desejos e planejamentos objetivos incompatíveis. Dois se destacam. O primeiro diz respeito à desvalorização do dólar frente às outras moedas e ao mesmo tempo o desejo dos países de que suas empresas continuem competitivas. Isso não é possível, assim vão acontecer controles financeiros sobre a moeda e isso é protecionismo econômico. Haverá uma onda de controles, impostos, e outros instrumentos de proteção muito em breve através do mundo. Esse movimento foi iniciado pelo Brasil com o advento do IOF sobre operações financeiras em dólar. O segundo diz respeito à inflação controlada. É claro que se o mundo crescer como desejam os dirigentes, a inflação aparecerá. No entanto a futura inflação vai encontrar no seu aparecimento um território recheado de moeda, muitos e muitos trilhões de dólares, alimento do monstro, e esse crescerá sem nenhum impedimento a não ser a arma natural, juros altos e crescimento contido. No momento, em todos os cantos do mundo, está havendo crescimento econômico com deflação de preços, um processo de que o mundo jamais teve conhecimento ou viu acontecer. Assim há novidades no front econômico. Coisas e eventos nunca testados economicamente estão aparecendo no dia a dia do mercado. O que não se sabe é como será o resultado desta “experiência” econômica. Por enquanto os mercados reagem bem. São como zumbis andando para frente à procura do soro da verdade que os fará reviver. Segundo o presidente do FED, estudioso do assunto depressão, o soro se chama “dinheiro”.
Escrito por Nathal às 14h42
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Nada a fazer, nada faremos. Eu venho de uma educação capitalista. Na minha infância e juventude era bom ser empresário, construir, criar empregos. De lá para cá as coisas mudaram e eu não me adaptei a elas. Não me presto a ser achacado por fiscais, pagar multa por despedir quem não trabalha bem, ou ser processado por apropriação indébita por que não pude pagar a conta do INPS depois do sindicato ter feito uma greve de 72 dias na minha fabrica. Bons tempos são o de agora. Os empregos, 1.000.000 segundo o nosso ministro, não dá nem para a metade da população que entra na atividade econômica, e mesmo assim nos vangloriamos disso em todos os jornais. O Brasil é a bola da vez, por enquanto pelo menos. Ninguém coloca nas manchetes estrangeiras que nosso déficit previdenciário irá alcançar R$ 48 bilhões ano que vem. Afinal é uma bagatela que o governo acha bom pagar e manter. Empresários estão calados frente ao pouco caso que fazem de seu setor na economia. Alguns poucos reclamam para o ministro pertinente, mas nada acontece, e quando acontece são medidas incipientes que nada mudam na situação estrutural da economia. Depois do IOF virão outras medidas para segurar o preço do dólar, que em mais alguns meses começará a fazer vitimas aqui dentro. Claro que os empresários vão começar a receber o dinheiro lá fora, aliás, muitos já o fazem. O governo faz vistas grossas porque está ainda montado na grana. (é o que afirmam nossos governantes, isto é, não temos o menor problema financeiro ou econômico) No entanto, os produtos chineses e americanos estão cerca de 40% mais baratos em relação aos que se fabricam aqui. Dá até dó da nossa indústria nacional. Eu torço mesmo para que essa situação dure mais alguns anos, não meses. Assim muitos dos empresários tomarão as medidas de vida que eu tomei. Desisti de ser escravo do Estado. Querem criar empregos, façam pelo Estado como estão fazendo agora. Deixem os empregos industriais, as pesquisas em desenvolvimento de produtos, a educação empresarial para os chineses, o Brasil não precisa disso, nós temos o “Bolsa Família”, o resto que se dane. Vamos plantar a nossa soja nos assentamentos do governo e alimentar o mundo com a quantidade descomunal que nossa competência socialista tem. Vamos criar bois em fazendas estatais na Amazônia. Ou vocês vão me dizer que a Dilma, sendo presidenta, vai acabar com o desmatamento por lá? Que tal a redução das emissões de CO2 na atmosfera prometida? Vai acontecer em poucos anos mesmo, porque nossas siderúrgicas estão já falidas e não sabem. Vão sobrar as que o governo construir no lugar das CSN da vida, que fatalmente desaparecerão assim que a paridade dólar/real acontecer. Pelo andar da carruagem, em breve seremos o novo Brasil, sem indústrias de peso, sem consumo de produtos nacionais, sem fabricação de produtos nacionais. Isso ninguém por ai conta ao povo. Mas veja o que escreve na FSP hoje o empresário BENJAMIN STEINBRUCH: A Fiesp (Federação das Indústrias do Estado de São Paulo), entidade da qual tenho a honra de ser vice-presidente, fez um estudo, a pedido do jornal "Valor", que mostra as razões da invasão de produtos chineses neste período pós-crise. O estudo da Fiesp indica, por exemplo, que o preço de muitos produtos chineses importados oferecidos no Brasil baixou mais de 50% em apenas nove meses. Em reais, alguns brinquedos estão hoje 55% mais baratos do que no início do ano. E certas manufaturas têxteis tiveram queda de até 63%. É impressionante observar a tabela de preços desses manufaturados chineses neste ano: 46% menores no caso de pneus para ônibus; 32% em equipamentos de ar-condicionado; 30% em camisas de algodão; 34% em telas para microcomputadores portáteis e assim por diante. Esse é o caminho que o nosso governo, distribuidor de benesses aos empresários que pagam as campanhas eleitoreiras, está percorrendo para o progresso do país. Por trás disso tudo ai está o futuro. O nosso governo percebeu que se não parar com o progresso o mundo vai acabar em breve cozido pelo aquecimento global. Vamos até colocar a Marina na presidência. É melhor calar a boca e não reclamar, já que estamos fazendo tudo certinho.
Escrito por Nathal às 10h22
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Fazendo a notícia Uma foi dada assim: Entrada de dólares no país bate recorde e mantém o nível histórico. A outra é bem diferente, mas é a mesma notícia vista com outros olhos, os olhos da realidade. BC: Media diária de ingresso financeiro em outubro cai 74,9% E ai, a quem devemos dar crédito. A contabilidade do BC ou ao petista que escreveu a primeira notícia?
Escrito por Nathal às 15h55
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Afinal não sou somente eu que entende da mesma maneira.Não é mais do que uma simples e temerária aposta. O uso intensivo da mídia pela Petrobras e pelo Governo Federal para vender a chamada descoberta de petróleo do século e a redenção do BRASIL é um caso típico de desserviço prestado ao BRASIL e ao seu povo, um país com problemas crônicos, principalmente na área da educação e da saúde, que clamam por solução de há muito, para que a Presidência da República coloque o Congresso Nacional contra os brasileiros e as futuras gerações, forçando-o a aprovar, em regime de urgência, um marco regulatório para a exploração de petróleo do PRÉ-SAL, que não serve para nada no momento, a não ser desviar a atenção da população de seus reais problemas.
É que toda e qualquer declaração atual sobre qualquer possível volume de petróleo descoberto no PRÉ-SAL não passa de pura especulação. Não existe no mundo ninguém e nenhum geólogo de petróleo em nenhuma companhia de petróleo, inclusive na Petrobras, que consiga chegar a um desses valores declamados em prosa e verso e provar que ele é verdadeiro. São somente estimativas, em virtude da falta de uma base confiável de parâmetros que permitam cubar qualquer reserva de petróleo dessa ordem de grandeza.
O conhecimento adquirido pela indústria do petróleo ao longo de mais de um século de exploração no mundo inteiro mostra ser muitíssimo pouco provável, ou melhor, impossível a existência de um lençol contínuo de petróleo como este anunciado para o PRÉ-SAL, devido a uma série de impossibilidades: físicas, químicas, biológicas e, principalmente, geológicas.
Deste modo, é uma falácia a afirmação de que temos um lençol de petróleo no PRÉ-SAL de tamanho 800km x 200km ao longo da Costa Leste Brasileira.
Portanto, este marco regulatório, que se tenta aprovar em regime de urgência, sem uma discussão ampla com a sociedade, é apenas a volta pura e simples, de forma disfarçada, ao monopólio estatal de petróleo; um verdadeiro desserviço que estão prestando ao BRASIL, um verdadeiro crime de lesa-pátria.
A Petrobras, literalmente de pires na mão, não está dando conta sequer do que foi planejado estrategicamente para se explorar acima da camada de sal, como poderia arcar com os investimentos no PRÉ-SAL, se estes realmente se viabilizarem, sabe-se lá quando? Com o marco regulatório aprovado do jeito que está sendo proposto, sem uma discussão ampla e profunda com todos os setores, não teremos nenhum aporte de capital estrangeiro, e não se explora e se produz petróleo, muito menos ainda no PRÉ-SAL, com bananas e tacapes e sim com muito dinheiro e muita tecnologia de ponta, e nós, simplesmente, não temos nem uma coisa nem outra, no momento.
Nossos técnicos são criativos, mas tecnologia de ponta nós não desenvolvemos, as nossas universidades não desenvolvem. Nós importamos os componentes e, com o jeitinho que nos é peculiar, montamos as ferramentas e os equipamentos e os operamos. Daí dizerem que dominamos a tecnologia para exploração em águas profundas.
Nada disso! Dominamos somente a parte operacional, porque toda a tecnologia é desenvolvida lá fora, por encomenda da Petrobras, é claro, mas a tecnologia para fabricação de ferramentas e equipamentos para exploração e produção de petróleo em águas profundas nós não temos, não dominamos.
Como se sabe, a pressa é inimiga da perfeição. A exploração do Campo de Piranema, em águas profundas do Estado de Sergipe, pode ser um bom exemplo para reflexão por todos nós. A pressa em se mandar construir no estrangeiro uma plataforma de “casco redondo” – a primeira do mundo na propaganda da Petrobras – a peso de ouro, quando se podia construir uma plataforma com o casco em outro formato qualquer em um estaleiro nacional, sem que o campo descoberto estivesse sequer parcialmente delimitado e o estudo da sua viabilidade econômica pudesse ser feito com mais segurança, parece não ter dado certo.
Em documento enviado a Procuradoria da República no Estado de Sergipe, e também encaminhado aos Senhores e Senhoras (Oficio_SAJR-PR-SE_nº_70-2009), eu questionei, poucos anos atrás, a desnecessidade da construção da plataforma de produção antes da delimitação do campo com a perfuração de mais poços exploratórios, denominados poços pioneiros adjacentes e poços de extensão.
E fiz esse questionamento com a minha experiência de cerca de 20 anos trabalhando na Bacia de Sergipe e Alagoas e de Pernambuco e Paraíba como geólogo de petróleo exploracionista da Petrobras, que me habilita a fazer declarações técnicas sobre tipos de acumulações existentes nessas Bacias, tipos de rochas reservatórios e seus mecanismos de produção.
A Petrobras, não sei por quais motivos, nunca veiculou para a imprensa e Bolsa de Valores, que as rochas reservatórios do Campo de Piranema eram pseudos turbiditos (corpos arenosos imersos numa gigantesca massa de folhelhos), com pressão anormalmente alta para a profundidade em que se encontram atualmente, o que podia caracterizar corpos de pequenas dimensões, e cuja produção logo entraria em depleção (S. f. Med. 1. Redução de qualquer matéria armazenada no corpo. Aurélio). E parece ser o que já está ocorrendo, bem antes que o esperado.
Por gentileza, Senhores e Senhoras, leiam no texto a seguir a preocupação da bancada federal do Estado de Sergipe com a diminuição drástica da produção de petróleo no Campo de Piranema, em águas profundas de Sergipe:
[...] Parlamentares da bancada de Sergipe, por iniciativa do deputado Albano Franco (PSDB), se reuniram no fim da manhã desta quarta-feira, dia 26.08.2009, com o presidente da Petrobras, José Sérgio Gabrielli, para cobrar explicações sobre a paralisação da produção de Petróleo no campo de Piranema, localizado em Estância. "Os problemas seriam de ordem técnica. O senhor Gabrielli nos garantiu que a produção será retomada até o início do mês de setembro", disse o deputado José Carlos Machado (Democratas-SE) ao sair do encontro.
A produção no campo de Piranema foi paralisada há 15 dias sem que o prefeito do Município de Estância, Ivan Leite, ou mesmo a população obtivesse qualquer explicação sobre o ocorrido. O deputado José Carlos Machado, que discursou sobre o assunto nesta semana no Plenário da Câmara dos Deputados, lembrou do grande investimento feito para iniciar a prospecção de petróleo no campo de Piranema e reclamou da gradativa diminuição do repasse dos royalties ao município. "Houve um investimento de cerca de 500 milhões de reais para colocar esse campo em operação, informação anunciada com toda a pompa possível pelo presidente Lula da Silva em 2007, durante a inauguração. Recentemente, me foram apresentados dados que mostram que o município de Estância arrecadou em setembro de 2008, de royalties referentes à produção de Piranema, mais de R$ 1,4 milhão. Em janeiro deste ano, houve uma queda de 75%, e o município recebeu somente R$ 304 mil. Em junho passado, o total arrecadado foi de apenas de R$ 133 mil. Quem sofre com isso? A população, é claro", afirmou [....]
A Petrobras pode até afirmar que a suspensão da produção foi de ordem técnica, mas fica uma dúvida no ar: falha com os equipamentos dos poços em produção no fundo do mar ou os reservatórios são mesmo limitados e não conseguem mais manter a produção inicial do Campo de Piranema?
A verdade é que a produção não foi interrompida abruptamente e sim veio caindo ao longo dos meses, como mostra parte final do texto acima: “[...] o município de Estância arrecadou em setembro de 2008, de royalties referentes à produção de Piranema, mais de R$ 1,4 milhão. Em janeiro deste ano, houve uma queda de 75%, e o município recebeu somente R$ 304 mil. Em junho passado, o total arrecadado foi de apenas de R$ 133 mil. [...]”.
Portanto, infelizmente, tudo indica que os poços ora em produção no Campo de Piranema já entraram em depleção acentuada. Resumindo: para atingir e manter a produção de 10.000 barris diários no Campo a Petrobras terá que perfurar e colocar muitos poços em produção em muito pouco tempo - o que não é logisticamente recomendável nem possível (faltam plataformas de perfuração no mercado) - o que esgotaria as reservas do campo mais rapidamente ainda, evidenciando a total desnecessidade da construção da tão imprescindível plataforma de casco redondo, a toque de caixa e repique de sino, nas últimas eleições, como se o seu formato fosse realmente determinante para a extração do petróleo, o qual se encontra nos reservatórios há milhões de anos.
Sendo assim, e voltando ao marco regulatório do PRÉ-SAL, solicito aos Senhores Senadores e Senhores Deputados, Senhoras Senadoras e Senhoras Deputadas, com o pensamento voltado exclusivamente para o bem do BRASIL e de nossas gerações futuras, que deixem para analisar o marco regulatório depois das eleições de 2010 e que discutam isso até a exaustão com toda a sociedade, porque é a única coisa sensata a se fazer no momento: O PETRÓLEO DO PRÉ-SAL É A ÚLTIMA FRONTEIRA.
Por favor, Senhores e Senhoras, não permitam que essa pressa injustificável transforme as descobertas do PRÉ-SAL em algo semelhante ao desastre que está se delineando para o Campo de Piranema, em águas profundas de Sergipe.
Ivo Lúcio Santana Marcelino da Silva é engenheiro da Petrobras, com currículo reconhecido pelo Sistema Lattes de Currículos (vide em http://buscatextual.cnpq.br/buscatextual/visualizacv.jsp?id=K4721163J2), é uma autoridade de reconhecida idoneidade, principalmente nos aspectos relacionados com estudos geológicos, tal como pode ser comprovado na sua monografia sobre os recursos hídricos do solo sergipano (vide PDF em http://www.semarh.se.gov.br/srh/modules/wfdownloads/visit.php?cid=1&lid=115).
Escrito por Nathal às 08h08
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Alguém explica? O que se viu ontem na Bovespa foi algo muito ruim para o Brasil. Na verdade a verdade começa a aparecer. Houve, durante os meses em que o mundo estava em crise, uma propaganda maciça, e fortemente comprometedora para a imagem que se faz do Brasil, pelo seu povo, e pela população dos países estrangeiros. Segundo nosso líder depois da marolinha somos a bola da vez e não queremos criar bolhas. É o que se viu foi o estouro da bolha já inteiramente criada, nos seus 25 anos, no vigor da juventude. Explodiu e vai mostrar o que realmente é o Brasil de agora. Não fosse a gastança que o governo promove, inconseqüente para o crescimento econômico, e de consequencias trágicas num futuro breve, o Brasil realmente estaria muito pior agora do que estaria. Mas a nossa bonança é apenas um paliativo temporário. Nossa indústria padece de uma doença que não se vê cura em médio prazo. A valorização do real. Não que essa valorização aconteça porque o Brasil é forte, como querem nos fazer crer. A valorização das moedas é um processo global, acontece com 100% das moedas no mundo em relação ao dólar, ou que não estejam atreladas 100% ao dólar, como a moeda chinesa por exemplo. O BC brasileiro divulga dado de que a capacidade da indústria está em 79,9%, uma taxa que mostra que o crescimento econômico, a despeito da propaganda do governo, não está acontecendo. No entanto, a notícia tem um porém, diz que apesar da taxa ser horrível, ainda assim é maior do que... janeiro de 2009. Que ótimo não é? A indústria brasileira esta em palpos de aranha. Poucos são os que nos dizem isso, e quem diz, está pedindo dinheiro e mudanças ao governo. Esse só tem olhos para a propaganda enganosa. Dinheiro tem para a copa de futebol e a olimpíada. Esperem e verão o fracasso dessas iniciativas também. O povo brasileiro vai vendo o resultado do pré-sal. o BC acaba de dizer que o produto básico para a dona de casa cozinhar, o gás, vai aumentar 11,2% ao invés dos 6,9% programados. É, estão tentando fazer o povo pagar a conta da exploração do petróleo, que é nosso, evidentemente. Como a nossa indústria é que faz a Bovespa, e seus resultados são horríveis para se dizer o mínimo, vide o resultado da Vale, a queda destes dois dias até que foi pouca. Essa nossa crise pode até ser uma marolinha, já que é percebida pela megalomania de nossos governantes, que aumentam o que é bom, e diminuem o que é ruim.
Escrito por Nathal às 09h58
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