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Ou vai ou racha. A crise mostrou-se ótima para o Brasil. Está forçando o governo a mudar a atitude perante o mercado. O ministro da economia anunciou no FT que o governo vai flexibilizar a lei trabalhista e diminuir os custos trabalhistas. Mas como? Temos de dar uma da São Tomé? Vejam por que. Brasília, 06 - A queda das exportações de produtos de três categorias motivou a retração das exportações brasileiras na primeira semana de julho (1 a 5). As vendas externas somaram US$ 2,030 bilhões (média diária de US$ 676,7 milhões) e, pelo critério da média diária, houve uma queda de 23,9% na comparação com o desempenho médio verificado no mês de julho de 2008 (US$ 889,2 milhões), segundo dados divulgados hoje pelo Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior. A retração refletiu menores vendas de semimanufaturados (-36,1%), principalmente ferros-liga, óleo de soja em bruto, ferro fundido, celulose, semimanufaturados de ferro e aço e couros e peles; manufaturados (-25,9%), em razão das menores vendas de etanol, laminados planos, autopeças, aviões, óleos combustíveis, automóveis e calçados; e básicos (-16,6%), em virtude de soja em grão, carne de frango, suína e bovina, minério de ferro e café em grão. Em relação a junho, quando a média diária exportada foi de US$ 689 milhões, o desempenho médio das exportações na primeira semana de julho caiu 1,8%. Nessa comparação, caíram as vendas brasileiras de produtos básicos (-6,5%). Por outro lado, as exportações de semimanufaturados cresceram 3,5% e de manufaturados, 2%. As importações somaram US$ 1,412 bilhão (média diária de US$ 470,7 milhões), o que significou uma queda de 36,8% ante o desempenho médio de julho de 2008 (US$ 744,4 milhões). Essa retração foi motivada pelas menores compras de adubos e fertilizantes (-48,9%), siderúrgicos (-45,6%), veículos automóveis e partes (-41,1%), equipamentos elétrico-eletrônicos (-38,7%), combustíveis e lubrificantes (-37,8%), equipamentos mecânicos (-37,5%) e produtos químicos orgânicos e inorgânicos (-32%). Na comparação com junho deste ano, quando a média diária importada foi de US$ 468,7 milhões, observou-se um ligeiro crescimento de 0,4% nas importações, com destaque para as compras de adubos e fertilizantes (+33,2%), combustíveis e lubrificantes (+30,8%), plásticos e obras (+10,9%), farmacêuticos (+3,3%) e instrumentos de ótica e precisão (+0,6%). Não há nada no Brasil que não tenha caído mais de 30% na crise. A única coisa que aumentou foi a importação de derivados de petróleo, mesmo com o tal de Tupy. A situação da economia não é boa, e as coisas estão entrando em parafuso rapidamente. Assim a realidade brasileira mostra que está ai, e não está para brincadeira. Ou bem o Brasil vira um país onde se possa competir ou... Damos o terceiro mandato para o Lulla marolinha. Os caras estão correndo atrás do prejuízo, e já não era sem tempo.
Escrito por Nathal às 08h40
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Porque a crise não acabará tão cedo. A crise internacional que o mundo vive está baseada na incapacidade dos grandes conglomerados financeiros se auto-policiarem. Criaram novos tipos de investimentos baseados em derivativos e seguros, e quando não houve o pagamento dos papagaios da praça muitos deles simplesmente quebraram. Outros, enormes, considerados “grandes demais para falir” foram salvos da bancarrota pelos governos e obrigados a comprar seus irmãos menores. O problema inicial sempre foi o tamanho destes conglomerados, segundo os analistas, os políticos e os governantes do dinheiro do mundo. Não vejo o problema posto resolvido com o aumento ainda maior do tamanho dos bancos, e ainda baseado esse crescimento no dinheiro do contribuinte. Foram jogados nos bancos americanos 14,7 trilhões de dólares, tornando os que estão ainda em pé muito mais perigosos. Bem, segundo os CEOs destas instituições, agora donas do mercado, e sem concorrência alguma, "os correntistas precisam de um leque maior de escolhas financeiras e estes bancos estão aptos a proporcionar isso à clientela, e que é totalmente irrealista pensar que pequenas instituições podem proporcionar isso aos correntistas". A realidade mostrou outra coisa. O que é irreal é manter o tamanho destas instituições, que quebraram, e se mostraram inadequadas ao modelo econômico em vigência, ainda mais porque estão funcionando com dinheiro do contribuinte, não fosse por isso, haveria uma hecatombe nas finanças mundiais. É totalmente estranho que as escolhas difíceis que o mercado, e estes bancos, têm de fazer, não foram feitas ainda. Contudo não se poderá escapar delas em breve futuro. O discurso dos CEOs das instituições frente à possibilidade de serem enquadrados em novas regras é o de colocar panos quentes na vontade popular de enquadrá-los em rígido regime, onde não poderão mais especular com o dinheiro dos outros a seu bel-prazer, tomando riscos inconsistentes com a realidade econômica. O fato real mostra que por causa do dinheiro público injetado para tapar os enormes rombos do sistema e dos bancos, estes não se mostram interessados em retirar os papagaios apodrecidos de seus balanços. É fato também que estes papéis não serão pagos, e que constituem prejuízo para estes bancos. E com a compra dos irmãos menores, o tamanho do prejuízo foi apenas somado aos seus balanços, e muito pouco do total foi absorvido ou pago. Enquanto esta limpeza não for efetivada, de uma maneira ou de outra, a crise de crédito não terminará. E sem crédito o mundo globalizado não funciona, e assim a crise também não termina. Se juntarmos o artigo escrito abaixo, com este aqui podemos ver que a situação de crescimento para o mundo é no mínimo insustentável em médio prazo. Não temos petróleo e nem dinheiro. Mas como é que não temos dinheiro se há esse tipo de especulação por ai com as bolsas do mundo todo subindo, as commodities deixando o Brasil rico com sua explosão de preços? O dinheiro ainda existe nos balanços destas instituições. Um plano de hipotecas de 30 anos em que o banco teria de receber 1 milhão de dólares, e que já não está sendo paga a mais de 2 anos, ainda está lá no balanço do banco valendo 1 milhão de dólares. O devedor dos papagaios está falido, e não tem como pagar essas notas promissórias, não até o mundo voltar a lhe dar o mesmo salário, a mesma possibilidade de vender sua casa a preços irreais, e de poder especular no cassino de mercado, que simplesmente não mais existe. A crise meus senhores, está ai na cara de todos, e todos tentando ignorá-la. Faz o povo pensar que tudo já acabou, mas nada ainda está resolvido para equacionar o sumiço de 55 trilhões de dólares. Enquanto isso não acontecer a crise não acaba. Aguardem esperançosos.
Escrito por Nathal às 11h52
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A Teoria Olduvai. Essa teoria estabelece que a vida industrial da civilização durará cerca de 100 anos 1930-2030. Consumo, e produção de energia per capta, definem isso. A produção exponencial de produção de energia começará a declinar a partir de 2008, e sua taxa de crescimento começará a ser negativa a partir da mesma data. A partir daí, até 2050, a população mundial deverá decrescer em 2 bilhões de pessoas. There is no comprehensive substitute for oil in its high-energy density, ease of handling, myriad end-uses, and in the volumes in which we now use it. The peak of world oil production and then its irreversible decline will be a turning point in Earth history with worldwide impact beyond anything previously seen. And that event will surely occur within the lifetimes of most people living today. (Youngquist, 2004). “Não há substituto a altura para a energia derivada do petróleo em sua alta densidade, de fácil manuseio, com milhares de utilizações finais, e no volumes nos quais a humanidade utiliza nos dias de hoje, em seus níveis de consumo atuais. A queda nos estoques de petróleo, e sua produção, (PEAK OIL) serão, portanto um momento decisivo na historia do planeta Terra, e terão impacto mundial muito além do que qualquer um pode prever. E este evento irá certamente ocorrer dentro do tempo de vida dos habitantes da terra que vivem ainda hoje”. _________________________________________________________________ O problema de energia do mundo então se resume em abundancia, fácil manuseio, e utilização. Enquanto a tecnologia não descobrir novas fontes de energia, dependeremos ainda do petróleo para manter as coisas andando. Principalmente o transporte que é dependente inteiramente da gasolina tem de ser pensado em primeiro lugar. Se isso for resolvido quanto mais breve for mais tempo ganharemos na corrida contra o tempo para acharmos uma nova tecnologia energética. Não nego que o mundo está muito perto disso acontecer. A transformação de tudo em energia elétrica, após termos descoberto como fazer a fissão nuclear limpa, é apenas uma questão de tempo. Há imensas dificuldades, porém nada que não possa ser resolvido com avanços tecnológicos já em andamento. 
Se nada for feito, ou descoberto, o futuro após o peak oil seria este mostrado pela figura acima. Cairíamos num abismo energético de consequencias imprevisíveis. O problema a ser discutido é o crescimento econômico. A crise, ora em andamento, está ai apenas por causa da consciência coletiva do que o preço da gasolina faria, e fez, à vida das pessoas grandes consumidoras de combustível. No topo do mundo, onde as pessoas dependem de combustível fóssil para manterem-se vivas, chegou-se ao ponto onde não havia vantagem econômica em continuar vivendo por lá enquanto mantinham-se aquecidas. Era mais barato morrer, ou mudar-se. Temos à nossa frente uma fase de transição energética. É liquido e certo que a lei da oferta e procura irá funcionar. Para que não haja uma explosão nos preços do petróleo, que impeça a civilização de simplesmente existir, os níveis de consumo, até a troca de base energética, deverão ser cada vez menores ao longo dos próximos anos. Isso é um fato da vida da humanidade no momento atual. Não adianta Lulla marolinha mandar gastar, não há como gastar. Todo o petróleo de Tupy, se fosse tirado de lá, não duraria 6 meses nos níveis de consumo atual do mundo, portanto nada de festejar o que, primeiro, não se pode dispor ainda, e segundo, mesmo depois de disponível e alcançado, a quantidade de petróleo existente não é uma cifra assombrosa que mantivesse o consumo mundial por 50 ou 100 anos. A humanidade deverá experimentar essa consciência coletiva assim que o petróleo atingir, - no ano que vem - cifras acima de 150,00 dólares. O mundo verá inapelavelmente que não dá para manter o ritmo de crescimento atual. Novos patamares deverão ser estabelecidos. Voltaremos - na marra - aos níveis de 1960 e olhe lá. No entanto há uma curiosa taxa de crescimento da tecnologia por detrás desse perigo que nos ameaça, isto é, veremos a taxa de crescimento tecnológico se multiplicar por mil até o final do século XXI, e isso pode mitigar os efeitos da falta de energia mundial. Estamos de frente com a nossa realidade, vamos enfrentá-la então.
Escrito por Nathal às 09h16
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Enquanto o tempo esquenta, literalmente, a economia esfria. Batendo na mesma tecla. Eu realmente não entendo o porquê dos artigos em jornais que defendem que o Brasil e sua indústria estão saindo da crise. O jornalista da FSP quer fazer crer, assim como outros também o querem, que a indústria cresceu 1,3%. Bem, vamos às comparações então para dirimir as dúvidas quanto ao que é que está realmente acontecendo no Brasil, sem enganação. Dado: cresceu 1,3% se comparado a o mesmo período do mês anterior. Ponto positivo? Mas isso porque retiraram as quedas devido à sazonalidade. A indústria não cresceu absolutamente nada de um mês para o outro, se forem colocados os números reais, sem extirpar a sazonalidade Dado: de janeiro a maio a indústria cresceu 7,8%, após perda de 20% de setembro a dezembro. Pelas minhas contas esse crescimento de setembro até maio é negativo em 12,2%. Dado: desde que essas pesquisas estatísticas foram iniciadas, em 1991, experimentamos o pior desempenho da indústria nacional desde então. Dado: se comparado ao mesmo mês do ano passado (era o que se fazia quando as coisas iam bem) a indústria perdeu 11,8% na produção. Um verdadeiro DESASTRE. Dado: a indústria automobilística tem o melhor semestre da historia. Ponto positivo? Com os estoques do tamanho que carregavam, as indústrias do setor iriam simplesmente deixar de produzir automóveis por pelo menos 6 meses caso o governo não desse a isenção do IPI. O Brasileiro aproveitou a queda do imposto, e saiu fazendo dívida em 60 meses para comprar ser carrinho novo. (Resta saber se irá conseguir pagar a prestação) Mas de quanto é a queda na produção de veículos já que estas indústrias não recompuseram seus estoques? Esse setor não está entre os de pior desempenho no pós crise, já que perdeu apenas 24,9% de produção. Está bem perto da queda do setor de metalurgia com perda de 24,1%, o que é bem melhor que o desempenho da indústria de material eletrônico e de comunicações, que perdeu nada menos do que 36,1%, porém, não bateu a queda havida no setor de maquinas e equipamentos, com perda de mais de 37% na produção e vendas. E qual é a manchete? Indústria reage e cresce 1,3% em maio. Durma-se com uma manchete dessa. E se... Contando com o ovo no traseiro da galinha, o Brasil já está vendo como é que irá gastar a tremenda quantidade de dinheiro que ainda vai entrar no caixa. Tudo planejado pelo governo, e divulgado sem parar pela mídia nacional. Não me venham dizer que a taxa de desemprego do Brasil está caindo, que a renda está subindo, que a indústria está crescendo, e que a receita também tem o melhor desempenho dos últimos meses. Todo mundo conta com que a economia volte a crescer. Já contávamos com isso em setembro, quando tudo não passaria de uma marolinha, em janeiro, depois de queda no abismo, em maio, já que a crise havia acabado e agora em julho porque o mês corrente não conta. Não há a menor possibilidade do plano brasileiro não dar certo. O mesmo ocorreu nos EUA quando todo mundo falava que em maio o emprego seria “menos pior”, esse plano por lá não deu certo como o daqui vai ainda dar.
Escrito por Nathal às 08h31
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ESSE PAPO DE COMMODITIES JÁ ENCHEU. A moda agora é comprar commodities. É por isso que os governantes brasileiros confiam tanto nas balas que pensam ter na agulha. A historia do mundo mudou porque houve uma bolha no preço das commodities, causada pela fabricação de dinheiro virtual. Como havia muito dinheiro nos balanços das empresas, estas tinham de colocar a roda para funcionar. Agora virou moda dizer que o preço dos grãos irá subir até o céu, o petróleo, a carne, o ferro, os metais, e todo o resto. É a moda. Vamos comprar contratos futuros disso ai. Vai ser uma vara tipo a que a Sadia tomou, ou neles ou em nós, não é? Meus amigos, nada disso ai irá acontecer. Já vimos hoje mesmo que os empregos nos EUA, e na Europa, estão cada vez mais difíceis de se encontrar. Precisa de um ministro do trabalho brasileiro vir a público dizer que mês que vem o emprego formal será melhor do que o mês anterior. Claro, o Estado está empregando tudo quanto é puxa- saco. A verdade é que o mundo está muito mais pobre. A não ser um país ou outro, beneficiados pelo lado ruim da crise, isto é, eram países vendedores e financiadores da dívida americana, como o Brasil e a China, o resto está afundando no pântano da recessão. Ocorre que os países que vendiam os produtos para os EUA não vendem mais. As exportações da China caíram 34% esse semestre, as da Índia 29%, e as do Brasil, dizem por ai, que só deixou de vender 13% do que vendia. (me engana, eu gosto) Tem uma conversa por ai que vamos bater o recorde absoluto de vendas de automóveis nesse semestre. Verdade, mas para o mercado interno, e por pura necessidade de desova. Tem neguinho dando carro em loja de esquina. As montadoras então fazem feirão no pátio de estacionamento da fabrica. É a mais pura necessidade de se fazer caixa com os estoques, nada mais de que isso, e se a grana não bastar... No mais, as exportações de automóveis brasileiras para o resto do mundo caíram apenas 63%, segundo as estatísticas apresentadas pelas indústrias. O pessoal que operava bolsa naquela farra, e que levou uma varada geral e irrestrita, agora quer defender o dinheiro das pensões comprando petróleo, trigo, soja, essas coisas que sempre foram o lixo da bolsa de valores. O mundo irá responder como sempre respondeu, vai plantar e fazer uma supersafra, em seguida os preços desabarão, como sempre foi na historia. O lado do petróleo está cômico. 11 semanas de queda nos estoques de petróleo, e onze semanas de alta nos estoques de gasolina. Bastava anunciar a queda no estoque e os preços já iam 3 dólares para cima. De repente se percebeu que quem compra o petróleo não faz uso dele, apenas especula. E quem precisa de petróleo para fabricar produtos não está nem ai com as compras, ou o com preço. Está abarrotado de petróleo e gasolina, comprado e fabricado ano passado. Mas, como virou moda falar do preço das commodities, até o Lulla marolinha está achando que ele é o rei da soja, ou do gado, e agora d petróleo também. Vai sentar em todo o ferro que sobrar na Vale.
Escrito por Nathal às 16h50
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Política. Vocês estão vendo a bagunça acontecendo? Senado da República está se desfazendo. Troca-se presidente por lá como se troca camiseta suada. Nada disso adianta, por lá não há uma maçã podre, todas o são. Não há ninguém que possa defender o indefensável. A crise não é política nem financeira, é moral. O Brasil não tem moral. Troca-se um estelionatário por um chantagista, um ladrão por um escroque, e assim ficamos sendo manipulados pela máfia que toma conta do Brasil. Pouca vergonha? Para nós, o povo, é bom que isso aconteça. Primeiro porque vamos pagar uma conta menor (espero) depois porque haverá mudanças nos homens públicos brasileiros. Pena que, em sendo de esquerda, essa gente nova tende a ser pior do que os que aí estão. Quero ver essa crise se agravar.
Escrito por Nathal às 08h27
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As últimas no mercado americano. Dão conta de que os fundos de pensão dos funcionários dos Estados estão profundamente envolvidos na compra de contratos futuros de commodities. A especulação é tamanha para tentar salvar tais fundos da bancarrota, que eles estão levando os preços das commodities, especialmente o petróleo, às alturas. É o que mostra pesquisa recente sobre os dados dos mercados americanos. Estas apostas dobraram o preço do petróleo nos últimos seis meses e estão levando, sem fundamentos, as bolsas a acompanharem tais movimentos. Investidores passivos compraram nada menos do que 600 milhões de barris de petróleo em contratos para entrega futura. Esses investidores são fundos de pensão, e não usarão esse petróleo para nada. Terão de vender tais contratos em algum momento no futuro, ou receber o petróleo, caso os contratos tenham entrega física. Esse movimento especulativo reascendeu o movimento das autoridades americanas para conter esses movimentos especulativos, e enquadrá-los em mais severo controle. As autoridades estão vendo a especulação mostrar a maior valorização em 19 anos em apenas 3 meses, e não estão gostando do que vêem. Isso ai acima é uma tradução livre de artigo no MarketWatch. Já se vê que o mercado está andando para cima totalmente sem fundamentos e isso não é bom. O mercado americano está em desespero, tentando salvar as aposentadorias de milhões de aposentados, especulando com o mercado futuro. Vão se dar mal, sem a menor dúvida. Está ficando cada vez mais claro que o mercado subiu rápido, da mesma forma que caiu e que muita gente esta especulando por lá sem lastro financeiro nenhum. Vai ser outro desastre e desta vez não haverá mais o FED para salvar os feridos. Afinal eles não são bancos, mas empresas profissionais de especulação. Da mesma maneira que sobe o preço das commodities cai o preço do dólar. Isso implica que o mundo inteiro, pessoas, empresas e países estão empobrecendo rapidamente. Tome-se o exemplo do real que em apenas 90 dias teve uma queda de 17%. Não é preciso ser muito esperto para perceber que há alguma coisa de podre nesse reino.
Escrito por Nathal às 21h36
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A crise acabou. Sem dúvida, a tal crise já era, se acabou no falatório. Nosso balanço de crise foi bom. Bem melhor do que se podia esperar. Não quebramos junto com o mundo. Desta vez tínhamos bilhões de dólares em caixa e os BC se propuseram eles mesmos a pagar pela crise e pelos prejuízos. Não foi necessário corridas às reservas dos países. O prejuízo foi de tal monta que preferiram rolar a dívida para as futuras gerações. Contam com a transformação tecnológica para compensar as perdas. Assim, a não ser um patamar de consumo consideravelmente menor para os próximos 3 anos, nada de novo aconteceu. As mudanças acontecerão ao longo dos próximos anos. Serão sérias, e promoverão um crescimento econômico modesto no inicio da transformação. Há sérios desafios pela frente. Um deles, o maior para o Brasil, será a contenção do desmatamento da Amazônia. Meu lado otimista quer acreditar ser possível, mas a realidade mostra outra coisa. Para o resto do mundo, China de fora, o crescimento econômico deverá contar com o freio dos ecochatos. A China enxerga longe - planeja para 30 anos - e está comprando tudo o que acha pela frente, no intuito de aumentar as reservas de matérias primas e materiais estratégicos. Nós fazemos diferente, não vemos um palmo na frente de nossos narizes e gastamos o que temos, ou vendemos para a China. Sorte de termos nas terras tupiniquins, esse potencial de exploração econômica. Vamos nos dar bem no futuro. Espero. O que irá atrapalhar o crescimento econômico de quem não pode produzir alimentos, eletricidade, e tecnologia, será os preços desses mesmos produtos. Básicos para sustentação de uma população, que deverá atingir 9 bilhões de pessoas em 15 anos. O crescimento da população ameaça a continuidade da humanidade. Naquele nível populacional, os recursos econômicos serão gastos a uma velocidade 50% maior que agora. Poderemos ter crescimento sustentado? Essa é a pergunta que o mundo, menos a China, está se fazendo. O perigo de não podermos agüentar esse nível populacional é grande. Tai porque em meio a crise o petróleo subiu de volta para os 75,00 dólares.
Escrito por Nathal às 08h56
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A Cizânia - olhem à sua volta. O Brasil vive um inicio de grande desarmonia. Não percebem ainda os agentes econômicos, ou as pessoas, estas menos ainda. Há alguns mais espertos - tipo os banqueiros - que já em passado recente, deixaram de emprestar dinheiro ao mercado, deixaram essa função para os bancos estatais. O BC veio a público e disse que a inadimplência do cidadão, e das empresas, bateu todos os recordes. O que isso mostra a você? Não estou falando da crise de agora, causadora desta marolinha de cheques sem fundos e cartões não pagos. Se você ler a Revista Veja deste final de semana, e estiver vindo de uma viagem de alguns meses fora do Brasil, vai notar que o Brasil mudou muito em apenas 6 meses. Há uma desarmonia entre os poderes da república, grave, causada pela corrupção e pela tolerância a ela pela população, acostumada a ela, e conivente. O congresso nacional não é uma piada, é uma tragédia. O poder executivo é uma piada, de mau gosto. Os poderes da república estão metendo os pés pelas mãos há muitos e muitos anos. O povo brasileiro começa a perceber que se vota para se eleger personalidades que se juntam á nomenklatura nacional, a qual se apropriou da verdadeira riqueza nacional. Para manter esse estado de coisas o poder executivo promove aumentos salariais a seus funcionários, que, por causa da vantagem, votam nas pessoas que prometem manter esse status. O brasileiro comum, assim, é levado aos estudos para poder concorrer por um emprego público, não para vencer na vida, ou contribuir para a evolução do Brasil, é apenas para ter um emprego vitalício, e manter a sua estabilidade. É um ato egoísta, burro, e com conseqüências trágicas para os futuros brasileiros. Enquanto isso os funcionários das empresas estatais se apropriam do petróleo, dos minérios, das matas, e de todos os recursos naturais que a terra tem a oferecer. Para isso constroem a tal “bolsa família” o que garante o voto dos ignorantes, condição que eles fazem questão em manter o povo brasileiro. É vergonhoso. Mas essa situação, como toda situação, com a evolução dos fatos tende a acabar. No momento o povo brasileiro está dando a maior sorte. Dizem por ai ( a nomenklatura diz) que essa crise acaba em 2010. Seria no trimestre passado, segundo eles, mas adiaram para 2010. No entanto a crise está pegando (a nomenklatura). Imagine que o ministro do planejamento, homem em contato com a realidade deles, planeja como manter a situação andando normalmente para eles, sugeriu que se adie o novo aumento do funcionalismo para depois das eleições. O acordo feito para aumento antes das eleições, nossos ministros, e presidente, fantoches da nomenklatura, não têm coragem para cancelar. O ministro se mostra assustado. Perderam-se nesse semestre cerca de 65 bilhões de reais em arrecadação real, fora as desonerações, cerca de mais 25 bilhões, apesar de que o governo alardeia 110 bilhões nesse tópico. Caso a crise persista, e ninguém aventa essa possibilidade, ou mesmo o mercado não consiga retomar os patamares anteriores (nunca nenhuma crise, na historia do mundo, acabou em apenas 6 meses ou um ano. As mais brandas levaram ano e meio, essa em que estamos metidos derrubou todas as economias, inclusive a nossa em 40% no mínimo, irá durar pelo menos 5 anos se pouco) em 18 meses a situação do governo para o próximo ano estará se deteriorando fortemente. Podem esperar que logo mais ai na frente, tipo final de julho, o mercado não estará retomando suas atividades nos níveis alardeados pelo governo, e ele estará tentando promover corte nas despesas públicas. Mais uma piada que uma realidade econômica na verdade. Como sempre vai ficar o dito pelo não dito. Voltando ao ministro, ele esta vendo a casa caindo, ainda no começo. O terremoto que está movendo os alicerces do último grande partido a tomar o governo depois de a democracia brasileira estar estabelecida, já vai corroendo suas fundações. Será que o ministro está olhando apenas para a falta de dinheiro, ou também para as suas consequencias? O Brasil este ano de 2009 já viu dois meses de déficit em conta corrente, (segundo a contabilidade deles) em verdade todos os meses têm déficits em conta corrente, só que eliminamos os juros pagos da conta, e assim ficamos mais tranqüilos. (jogamos a conta para nossos filhos e netos pagarem) Assim que esse fato se tornar novamente uma tendência, (eu digo que não passará de janeiro de 2010 para que isso já seja a realidade brasileira novamente, lembram da década dos anos 80?) voltaremos ao passado. Todo o trabalho f eito contra a inflação estará de volta. Nadamos mas iremos morrer na praia. O Brasil realmente chegou perto de ter taxa de juros civilizados. Mas só mesmo o agravamento da crise para promover o restante dessa mudança tão necessária. A queda das taxas de juros a patamares civilizados implicaria numa mudança radical entre as relações dos agentes econômicos. No Brasil isso ainda não é possível, nem mesmo em fase embrionária está essa questão. Não passa pela cabeça do brasileiro ver bancos cobrando taxas de 12% ao ano para emprestar dinheiro. Essa é a outra parte da nomenklatura nacional que manda nas regras do jogo do mercado. Mas o Brasil se viu obrigado pela crise mundial, a baixar as taxas de juros e promover uma contração gigantesca na distribuição de renda aos rentistas, a classe media. Ou melhor, a classe dos patos, os pagantes da conta. Isso anda não acabou. Mas não se promove essa contração por razões de melhorias econômicas, mas porque se não se fizesse isso, o parque industrial brasileiro poderia desaparecer em poucos meses. É necessário manter o dólar em alta para promover um resquício de possibilidade das empresas, aqui instaladas, venderem seus produtos lá fora, assim baixam-se os juros. Vem o governo vender o fato como a entrada nos padrões econômicos de primeiro mundo. Ah, se isso fosse verdade. Estão sendo obrigados pela crise, isso sim. Em breve futuro o governo deixará de pagar uma parte importante de juros ao mercado, porém essa economia está sendo corroída pelos gastos. Não pelo investimento em melhorias de infraestrutura para o povo, o mercado, mas pelos gastos com salários. Essa conta não cessará no futuro. Último dado recente de receita: queda de 0,81% (uma mentira). Ultimo dado de gastos, aumento de 18% em maio (outra mentira) a queda na receita foi muito maior e os gastos também foram maiores e será ainda maior mês que vem e no outro, e assim por diante. Enquanto isso, apesar da tentativa de não publicação na mídia a república está passando por sua primeira depuração no congresso. Ali as coisas se mostram como são na realidade, uma verdadeira cizânia, e uma verdadeira vergonha nacional. Povo, é o congresso nacional, seus representantes, e os funcionários que eles colocaram lá, que estão roubando, literalmente, o caixa da republica. Se fosse você já estaria preso. Eles? Estão acima da lei, são a lei. Essa roda gira e toda a mídia está otimista. Quisera ver o povo brasileiro ser tão bravo, e corajoso, como o povo iraniano. Esta joça já estaria abaixo. Essa roda gira e a realidade é que move a manivela. Realmente a situação só tende a se agravar. Viva a crise.
Escrito por Nathal às 08h47
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A Máskara Como se pode agora analisar os dados da inadimplência nacional. Recorde de todos os tempos. Será que esse dado econômico aconteceu por causa da tal Marolinha que Lulla disse ser a crise internacional? A Máscara da marolinha, nesta altura do campeonato, deve já ter caído ao chão. Mesmo o mais desinformado brasileiro percebe que alguma coisa estranha está acontecendo no Brasil. Muita propaganda, promessas, papo de estelionatário, não mudam a realidade. O Banco central veio ontem com as estatísticas e hoje com as desculpas. Já diz em recado para a imprensa que os dados econômicos mostram que haverá recuperação econômica no terceiro trimestre. Era o que dizia do primeiro e do segundo. Desta vez também não irá acertar. Acho que não acerta mais até o final deste malfadado governo. Em uma frase diz tudo – “Na verdade, a queda do PIB no primeiro trimestre do ano, em intensidade menor do que os analistas esperavam, (e nós com isso, até parece que previsão de analista muda alguma coisa) levou, até o momento, a alguma revisão para cima das expectativas (o Brasil vive de expectativa já tem 8 anos) de crescimento do PIB para 2009, ou pelo menos ( a se não fosse o pelo menos) à interrupção de sua deterioração. ( quer dizer que houve deterioração do PIB? Não vi ninguém do governo dizer isso nenhuma vez) O governo espera um crescimento de 1% do PIB esse ano. Para isso acontecer temos de crescer no segundo trimestre 1,8%, mais 2% no terceiro, e 5% no quarto. Isso será possível com os investimentos do PAC e do Minha casa minha Vida. Está certo, e quando essa máscara também cair estaremos bem em cima das eleições. Vai ser bom não é? O sujeito está se enforcando sem mesmo perceber. Gente que se diz esperta é assim mesmo. Mas não se preocupem, vamos dar a corda para eles. O governo fala, mas os fatos são o que são. Com esse calote geral na economia em andamento as coisas não podem apenas parar de piorar e começar a melhorar. ( a não ser que parar de piorar já seja uma melhora, é com o que conta o governo sobre o sentimento do consumidor) como o tal consumidor perdeu o emprego, digo a ocupação, pois não há mais índice de desemprego, e sim índice de desocupação no Brasil, ele não irá conseguir pagar a conta atrasada. Podemos assim esperar que ele não possa fazer mais nenhuma compra baseado no conselho do Lulla Marolinha para que continuasse gastando. (os brasileiros realmente levaram a sério o conselho de seu presidente, não é de morrer de rir?) Eu gostaria de saber onde é que andam os otimistas? Já sei, todos fazem parte do governo. A MásKara cairá nas próximas eleições.
Escrito por Nathal às 10h04
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Não dá para acreditar em nada do que o governo fala. O emprego ficou estável saiu de 8,9 para 8,8% - estabilidade, comemora o governo, parou de piorar. No entanto, o IBGE informa nas letrinhas do relatório que o número de desocupados aumentou em 13%. Você entendeu? É, não há desemprego, só desocupação. O governo vem dizendo há um ano que não há crise. Marolinha, dizem eles. Hoje eu leio que a Vale está querendo meter a mão no pré-sal. O presidente da Petrobras já descartou essa hipótese. (não se metam aqui -diz o presidente de petrobras - levaram ferro na China? o petróleo é nosso) Ambas são grandes conglomerados internacionais. Nessa condição não houve no mundo nenhum caso desse tipo de empresa que não estivesse literalmente enfrentando seriasdificuldades, para dizer o mínimo. Por quê seria diferente com as empresas brasileiras? Porque o nosso governo petista sabe gerir as empresas? Bom, vamos ver os fatos. A China irá deixar de comprar pelo menos metade do minério de ferro da Vale, a não ser que queiram manter sua montanha estrategicamente para o futuro. É bem capaz de isso acontecer. Porém uma coisa é certa, a oferta de minério de ferro no mundo simplesmente dobrou. Assim o preço irá cair de novo e bastante. Depois temos as indústrias de aço. Nossas usinas, até ontem, que eu saiba, não podiam comprar minério de ferro de mais ninguém a não ser da Vale. O nosso governo, socialista, taxa o minério de ferro importado. (Claro a Vale é dos Funcionários do BB) eles são socialistas só para o bolso deles. O povo recebe esmolas. Mas não vem ao caso. O fato é que essas indústrias verão o preço de sua matéria prima desabar em breve. Bom para os lucros. Mas há o outro lado. A concorrência com o aço chinês, agora que não há mais que transportar através do oceano o minério, vai ser acentuada. Estou até com pena das usinas de aço nacionais. Acho que não vão fazer a coisa certa ligando os fornos de novo. A indústria informa que teve uma queda de 29,8% este ano apenas. Não se fala da queda de mais de 40% do final do ano passado. A estatística mede de janeiro a maio. Em seguida cantam vitória por causa da alta de 0,7% esse mês até a segunda semana. Explica ai do que é que o Brasileiro anda rindo?
Escrito por Nathal às 14h42
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O que mostram os dados econômicos. Nesta semana estão saindo diversas estatísticas econômicas nos EUA e no Brasil. Em ambos os lugares não há motivos para comemorações. Nos EUA a economia se mostra fraca e sem recuperação iminente. Tanto é assim que o FED ontem jogou um balde de água gelada no mercado, quando manteve os juros em 0% ,e ainda disse, alto e bom tom, de que talvez fosse preciso mais estímulos econômicos, ou seja mais dinheiro. As noticias não terminaram ainda, hoje e amanha tem mais. O fato, porém é que as economias, como eu disse antes, estão 25% menores em média globais. Isso é o fato real. E a realidade será, quer queiram quer não que as economias vão custar a crescer. Não tem essas de recuperação econômica porcaria nenhuma. Vamos parar por aqui, e temos de nos dar por satisfeitos com a morosidade da economia. No Brasil os juros vão cair mais 1% e ficarão em 8,25%, e mesmo assim serão juros altíssimos, e que trarão pouca ajuda para a economia domestica. Mas trará uma nova mentalidade econômica aos agentes. Não vão poder mais cobrar 14% ao mês de juros, ou multas de 2% por atraso de pagamento de contas, ou ainda 10% pelo atraso da fatura do condomínio. Vai ter de haver extensa desindexação econômica, de outra forma toda a queda de juros estará perdida. É uma queda de braço forte entre a classe média e o governo. Se a classe média esta fadada a não ter mais renda, então não irá querer pagar nada com taxa de juros futuras embutida, principalmente imposto, então esse papo de TR, indexação pelo IGPM, e coisas desse naipe, ou desaparecem, ou volta tudo a ser como dantes. Mas o pior de tudo vai acontecer na Bovespa. A euforia foi desmantelada a golpes de montanha. A China anunciou que tem sua própria montanha de minério de ferro. Todo mundo está comprado em Vale. A nossa bolsa vai voltar a ser uma bolsinha. Esse papo ai vai desmontar qualquer pretensão de recuperação econômica nacional. Preço de minério de ferro, e aço, vão bater um papinho com o inferno em sua própria sala de estar nos próximos anos. Acho bom o mercado começar a pedir para lançarem as opções do Bradesco.
Escrito por Nathal às 08h15
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Gripe Suína... Quem liga? Já notaram que o Brasileiro não está nem ai para a tal gripe suína? Nem o americano, o mexicano deixou pra lá e o Argentino morre devagar, mas morre. Não houve nenhuma morte no Brasil. Nem poderia haver, quem é que teria a coragem de noticiar que houve uma morte por aqui, ou mil. Morrem de Dengue às pencas, motoqueiro morre mais aqui do que morre gente de tiro em Bagdá. Assim vamos levando a gripe, ou ela vai nos levando. Ceifando algumas dezenas de vidas... por enquanto. Ainda bem que eu não fico gripado, só os outros não é? Muito impessoal. Governo O Minc, seu governo, e algumas empresas, tomaram a atitude de não comprar mais carne de fazendeiro desmatador da Amazônia. Já combinaram com os famintos? Já falaram para os excluídos? Mama mia. E o problema do Aço? Todo mundo sabe que a Vale é do fundo de pensão do BB. Posto isso o Brasil protege a empresa dos seus funcionários m detrimento às indústrias que tem de competir no mercado. Como o minério de ferro é protegido nossas refinarias têm de comprar o minério da Vale, e o preço de venda de seus produtos fica de 30 a 60% mais caro que o Europeu. Não se falou sobre o preço da China. A vara é grande, mas em país socialista. Mas não tem problema não. A China anunciou que descobriu uma reserva gigantesca de minério de ferro ao norte do país. Tipo Carajás. Não acreditam? Olhem para o gráfico da Vale do Rio Doce.
Escrito por Nathal às 18h08
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Conversa de estelionatário. Quando o governo do PT começou, eu já dizia que era o maior bando de estelionatários que o país já havia visto governando. A conversa fiada continua até hoje. Essas conversas. Venda no varejo de informática cresce acima da média. O que é que estão querendo me provar? Que esse é um bom governo, e que a crise não irá chegar aqui? Acima da media? Que é isso senhor jornalista? O Brasil e seu povo já abraçaram uma forte recuperação econômica com essas conversas. Olhe para o que está acontecendo na Bolsa? 56% de alta? Em meio a maior crise financeira da historia. Será decepcionante se ficar totalmente demonstrado, como já está, que o Brasil crescerá negativamente esse ano. Então a conversa já está em 2010 onde iremos crescer a taxas impressionantes, a Bovespa vai a 200.000, e coisas nesse nível. Ou o governo transforma essa bosta de país e sua economia em uma coisa muito boa, e isso simplesmente não é humanamente possível, ou o brasileiro vai ter mais um fiasco de governo pela frente, e seu futuro promissor mais uma vez adiado. Olhem o tipo de manchete que sou obrigado a engolir: Taxa de juros ao consumidor cai a 7,28% ao mês, a menor em mais de um ano É ou não é uma verdadeira sacanagem. Será que eles não podem ao mesmo tempo comparar com a renda real que o governo paga que são 9,5% ao ano, e a gente paga para consumir 7,28% ao mês. 7,28% elevado a 12 meses dá uma taxa anual de 132,39% ao ano. Percebeu como você é tratado como um idiota? PQP.
Escrito por Nathal às 15h40
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E o pessoal já esperneia? Não, ninguém ainda percebeu que a taxa de juros que o governo paga é menor do que a poupança. E os rentistas também não se tocaram que não há mais renda. Será que eles irão fazer financiamento nas opções na bolsa? Não, correram todos para a “Cardeneta” Se forem para a bolsa, vai ter tanta venda de opções que as taxas vão ao chão. Mas não, isso ( financiamento em bolsa) é coisa para quem sabe. O problema macroeconômico é enorme mas o brasileiro não se tocou ainda. O problema é macro mesmo. Tudo no Brasil é indexado, e tudo no Brasil paga multa por atraso. Cerca de 2% ao mês. Agora os juros serão na renda de 5% ao ano. Pasme que você paga 14,7% ao mês no seu cheque especial. Sabe o que vai acontecer? Nada. Lula vai deixar como está para ver como é que fica. – marca indelével de seu governo, nada fazer. Vai ser a maior bagunça que o Brasil já enfrentou. Precisa-se de medidas sérias e estruturais para mudar as coisas. Tudo sem exceções terá de ser desindexado. Parece uma piada? Pois é, parece, mas em não fazendo, a inflação vai comer a perna do brasileiro em 0,000005 milissegundos. O brasileiro rico, ou considerado rico, empresta dinheiro ao governo, e recebe a maior renda do mundo, ou recebia. Agora não há mais renda, a grana vai começar a sair. Pelo menos isso é o que o governo espera, que todo mundo empreste seu dinheiro sem receber renda e ainda pague IR. Parece piada? Mas não é. Ninguém irá reclamar? Vai. - espero que em 2010 no voto. Uma nova era virá a seguir. A era onde o brasileiro rico vai ter de voltar a trabalhar. A investir, a correr riscos. Num país socialista como o nosso? Parece piada? Mas não é. Quando meses atrás eu disse aqui que essa coisa da “cardeneta” ia ser divertida provar-se-á daqui para frente. O que irrita é que nos próximos meses todo mundo vai gastar uma grana preta comprando coisas que se valorizam com a inflação. É a palha jogada na fogueira. Meus vaticínios se confirmarão sem a menor dúvida. Governo sem pagar renda, e também sem que o rico empreste e financie a dívida nacional. Resultado, o governo tem de dar um jeito de pagar. Maquininha na casa da moeda sendo ligada a todo vapor. Queda brutal na arrecadação, encolhimento da economia mundial em cerca de 40%, tudo isso junto é o probleminha que o governo tem de enfrentar, tomando “uisquei” importado faixa preta, claro. Já disse antes, vai virar bagunça.
Escrito por Nathal às 11h44
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