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Corrupção. Onde não há? Mas no Brasil a coisa está passando de qualquer limite. Como não dá para prender políticos nada há que se fazer, a não ser amargar e roer. O IBGE apurou que há no Brasil 300 mil ONGs mamando nas tetas do governo. A maioria de duas, três pessoas, em geral da mesma família Não é preciso dizer nada sobre nossos congressistas, nossos executivos, e suas picaretagens. O que é que a historia mostra sobre a corrupção? Nada, a não ser uma revolução aqui e outra ali. No Brasil seria preciso uma como a revolução francesa, a que impõe o terror em tudo quanto é ladrão, escroque, mamador, estelionatário, e gente desta estirpe. Bem acho que sobraria menos da metade da população, maioria crianças. É de dar nojo ler os jornais e revistas do final de semana. Ex-presidente da Comissão de Licitação do Senado, “Matraca” é réu por corrupção ativa, formação de quadrilha e crimes da lei de licitações Esse tipo de gente é que cuida do dinheiro da população. Será que o brasileiro honesto não se tocou ainda que tem de deixar de pagar impostos no Brasil. Um movimento coletivo nesse nível colocaria em cheque a república de banana que somos. Vejo as notícias e denúncias estampadas, mas o povo não se revolta e aceita esse tipo de coisa passivamente ao longo de gerações. Eita povinho idiota e manso. E eu fui nascer bem aqui nessa joça. Que vergonha.
Escrito por Nathal às 11h08
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As coisas como elas são de verdade. Eu, e a maioria dos brasileiros jogadores da loteria sonhamos em ter a sorte grande. Lulla marolinha também. O cara é muito sortudo, mas nem tanto. Mandou dizer que vai colocar em registro cartorial os seus feitos no governo. Espero que ele não se esqueça de colocar isto: “Tentativa de compra dos 300 picaretas do congresso nacional” Com não conseguiu juntou-se a eles, e está agora denunciando os caras. Muito gozado. Pela frente defende, por trás, esfaqueia. Neste caso ele tem razão, o Sarney e a corja Pmdebista deviam mesmo estar todos em cana. Mas a sorte do pé frio é só para ele. Mesmo assim começou a ver que a sorte de repente pode acabar. Poço seco pode levar governo a rever planos para o pré-sal Propostas de marco regulatório até agora consideram que empresas teriam risco zero
Para especialistas, fracasso da Exxon em achar petróleo mostra que área não é "bilhete premiado", embora siga bastante promissora De “bilhete premiado” passou a ser “área promissora” Diziam no governo que bastava furar que o petróleo estava lá. Mas não estava. O cantar de galo é próprio do brasileiro. Costume ruim. No momento quem está segurando as pontas são os gastos do governo. Gastam em salários e enfiam dinheiro na economia, pouco, mas enfiam. Se não fosse isso o mercado deveria estar pelo menos uns 20% mais desaquecido. Só que isso vai ter fim e não irá surtir o efeito desejado pelo governo. O que ele quer é ganhar tempo. O tempo passa e a economia não reage. Se ele parar de colocar dinheiro no crédito, vão dizer que foi azar. Segundo o Mendonça de Barros a queda nas bolsas foi apenas mais um “chilique”. O mundo irá voltar a crescer. Como se eu e o resto do mundo não soubéssemos disso. Só que o problema para o nosso sortudo não é econômico, é político. Se a economia “miar” no devido tempo, e com a devida força, a sorte se acaba. Eu vejo todo mundo dizendo que as coisas iriam melhorar, que o Brasil vai sair da crise dançando. O que não vejo é ninguém dizendo que errou na previsão. Previsão errada é apenas esquecida, ou melhor, retificada. A conversa da hora no mundo é que devemos deixar de lado a moeda dólar como moeda internacional. São os ratos abandonando o navio que vai ao fundo. O fato é que os ratos são os ratos e não o navio. Como estamos bem no meio da tempestade, e longe ainda de qualquer porto seguro, os ratos vão morrer afogados também. Não importa a sorte de cada um, mais ou menos, deram azar. Na hora da festa, e do dinheiro espalhado, bem que todos eles estavam calados e comprando os dólares que agora não querem mais. Estão até o nariz de dólares e tendo de comprar mais. Mas não iam deixar de financiar os EUA? não podem, e também não vendem mais nem prego nos EUA, e assim não faturam. As vendas globais estão 35% menores que há um ano, e 47% menores do pico. Onde está a sorte do nosso Lulla marolinha? A sorte não foi bem sorte, na verdade os eventos mostram que ele irá ter muito azar daqui para frente. O mundo inteiro caiu na real depois desse encontro do G8. Ficaram sabendo que estamos metidos no meio da maior crise de crédito de todos os tempos. O dinheiro alavancado foi de tal ordem que não vai dar para voltar atrás e ganhar aquela quantidade de volta em menos de, pasmem, 15 anos. Isso é o que estão dizendo os economistas que têm o pé no chão. Aqueles que enxergam o tamanho da bolha, e o tamanho do dinheiro que os bancos tem como imobilizado em seus balanços, que, diga-se de passagem, é papagaio podre, não pago, e jamais serão pagos. Será que nosso povo vive na realidade, ou apenas ê os jornais e vê a TV? Acredita que o Brasil irá ganhar mais um upgrade em seu rating? Eu vi o que aconteceu da última vez que nos ganhamos um aumento de rating. A Bovespa estava em 75.000 pontos, 60 dias depois do upgrade estávamos em 35.000. LEGAL. Ninguém disse que foi azar. O dito cujo disse que ia ser apenas uma marolinha. LEGAL. Quando as forças do bem estão em ação tudo é sorte, mas quando começam a dar errado... Chamam de “chilique” Ocorre que nos EUA as coisas ainda não estão bem. Há 55 trilhões de dinheiro simplesmente desaparecido. O governo pagou 14 trilhões, mas, espera que os bancos estejam fortes para que a economia começa a decolar. Esperam em vão. Nos EUA o problema das hipotecas é tão grave que ninguém sabe o que fazer, e assim ninguém faz nada. A bomba estourou, mas seus efeitos nem começaram ainda na economia real. Aguardem e verão o que eu digo aqui. Será que esse movimento de alta nas bolsas, elevando a sorte do marolinha é um movimento de alta mesmo, de recuperação econômica, ou é apenas um repique, um movimento de contrapartida técnica para a enorme queda do final do ano passado? A nossa frente tem uma depressão? Nossas chances são maiores para que a vida real passe a piorar daqui para frente, e piorar rápido. Estamos vendo que por aqui os dados econômicos esperados pelo governo não vieram bons como o esperado. Fora as mentiras e manipulações estatísticas, a coisa está afundando na lama. Econômica e politicamente. O Lulla, se não tiver um terceiro mandato é pato manco, o PT também. Sarney, se sobreviver aos escândalos, vai se vingar. O Brasil nos próximos 18 meses promete. VAI SER LEGAL.
Escrito por Nathal às 18h34
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Ou vai ou racha. A crise mostrou-se ótima para o Brasil. Está forçando o governo a mudar a atitude perante o mercado. O ministro da economia anunciou no FT que o governo vai flexibilizar a lei trabalhista e diminuir os custos trabalhistas. Mas como? Temos de dar uma da São Tomé? Vejam por que. Brasília, 06 - A queda das exportações de produtos de três categorias motivou a retração das exportações brasileiras na primeira semana de julho (1 a 5). As vendas externas somaram US$ 2,030 bilhões (média diária de US$ 676,7 milhões) e, pelo critério da média diária, houve uma queda de 23,9% na comparação com o desempenho médio verificado no mês de julho de 2008 (US$ 889,2 milhões), segundo dados divulgados hoje pelo Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior. A retração refletiu menores vendas de semimanufaturados (-36,1%), principalmente ferros-liga, óleo de soja em bruto, ferro fundido, celulose, semimanufaturados de ferro e aço e couros e peles; manufaturados (-25,9%), em razão das menores vendas de etanol, laminados planos, autopeças, aviões, óleos combustíveis, automóveis e calçados; e básicos (-16,6%), em virtude de soja em grão, carne de frango, suína e bovina, minério de ferro e café em grão. Em relação a junho, quando a média diária exportada foi de US$ 689 milhões, o desempenho médio das exportações na primeira semana de julho caiu 1,8%. Nessa comparação, caíram as vendas brasileiras de produtos básicos (-6,5%). Por outro lado, as exportações de semimanufaturados cresceram 3,5% e de manufaturados, 2%. As importações somaram US$ 1,412 bilhão (média diária de US$ 470,7 milhões), o que significou uma queda de 36,8% ante o desempenho médio de julho de 2008 (US$ 744,4 milhões). Essa retração foi motivada pelas menores compras de adubos e fertilizantes (-48,9%), siderúrgicos (-45,6%), veículos automóveis e partes (-41,1%), equipamentos elétrico-eletrônicos (-38,7%), combustíveis e lubrificantes (-37,8%), equipamentos mecânicos (-37,5%) e produtos químicos orgânicos e inorgânicos (-32%). Na comparação com junho deste ano, quando a média diária importada foi de US$ 468,7 milhões, observou-se um ligeiro crescimento de 0,4% nas importações, com destaque para as compras de adubos e fertilizantes (+33,2%), combustíveis e lubrificantes (+30,8%), plásticos e obras (+10,9%), farmacêuticos (+3,3%) e instrumentos de ótica e precisão (+0,6%). Não há nada no Brasil que não tenha caído mais de 30% na crise. A única coisa que aumentou foi a importação de derivados de petróleo, mesmo com o tal de Tupy. A situação da economia não é boa, e as coisas estão entrando em parafuso rapidamente. Assim a realidade brasileira mostra que está ai, e não está para brincadeira. Ou bem o Brasil vira um país onde se possa competir ou... Damos o terceiro mandato para o Lulla marolinha. Os caras estão correndo atrás do prejuízo, e já não era sem tempo.
Escrito por Nathal às 08h40
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Porque a crise não acabará tão cedo. A crise internacional que o mundo vive está baseada na incapacidade dos grandes conglomerados financeiros se auto-policiarem. Criaram novos tipos de investimentos baseados em derivativos e seguros, e quando não houve o pagamento dos papagaios da praça muitos deles simplesmente quebraram. Outros, enormes, considerados “grandes demais para falir” foram salvos da bancarrota pelos governos e obrigados a comprar seus irmãos menores. O problema inicial sempre foi o tamanho destes conglomerados, segundo os analistas, os políticos e os governantes do dinheiro do mundo. Não vejo o problema posto resolvido com o aumento ainda maior do tamanho dos bancos, e ainda baseado esse crescimento no dinheiro do contribuinte. Foram jogados nos bancos americanos 14,7 trilhões de dólares, tornando os que estão ainda em pé muito mais perigosos. Bem, segundo os CEOs destas instituições, agora donas do mercado, e sem concorrência alguma, "os correntistas precisam de um leque maior de escolhas financeiras e estes bancos estão aptos a proporcionar isso à clientela, e que é totalmente irrealista pensar que pequenas instituições podem proporcionar isso aos correntistas". A realidade mostrou outra coisa. O que é irreal é manter o tamanho destas instituições, que quebraram, e se mostraram inadequadas ao modelo econômico em vigência, ainda mais porque estão funcionando com dinheiro do contribuinte, não fosse por isso, haveria uma hecatombe nas finanças mundiais. É totalmente estranho que as escolhas difíceis que o mercado, e estes bancos, têm de fazer, não foram feitas ainda. Contudo não se poderá escapar delas em breve futuro. O discurso dos CEOs das instituições frente à possibilidade de serem enquadrados em novas regras é o de colocar panos quentes na vontade popular de enquadrá-los em rígido regime, onde não poderão mais especular com o dinheiro dos outros a seu bel-prazer, tomando riscos inconsistentes com a realidade econômica. O fato real mostra que por causa do dinheiro público injetado para tapar os enormes rombos do sistema e dos bancos, estes não se mostram interessados em retirar os papagaios apodrecidos de seus balanços. É fato também que estes papéis não serão pagos, e que constituem prejuízo para estes bancos. E com a compra dos irmãos menores, o tamanho do prejuízo foi apenas somado aos seus balanços, e muito pouco do total foi absorvido ou pago. Enquanto esta limpeza não for efetivada, de uma maneira ou de outra, a crise de crédito não terminará. E sem crédito o mundo globalizado não funciona, e assim a crise também não termina. Se juntarmos o artigo escrito abaixo, com este aqui podemos ver que a situação de crescimento para o mundo é no mínimo insustentável em médio prazo. Não temos petróleo e nem dinheiro. Mas como é que não temos dinheiro se há esse tipo de especulação por ai com as bolsas do mundo todo subindo, as commodities deixando o Brasil rico com sua explosão de preços? O dinheiro ainda existe nos balanços destas instituições. Um plano de hipotecas de 30 anos em que o banco teria de receber 1 milhão de dólares, e que já não está sendo paga a mais de 2 anos, ainda está lá no balanço do banco valendo 1 milhão de dólares. O devedor dos papagaios está falido, e não tem como pagar essas notas promissórias, não até o mundo voltar a lhe dar o mesmo salário, a mesma possibilidade de vender sua casa a preços irreais, e de poder especular no cassino de mercado, que simplesmente não mais existe. A crise meus senhores, está ai na cara de todos, e todos tentando ignorá-la. Faz o povo pensar que tudo já acabou, mas nada ainda está resolvido para equacionar o sumiço de 55 trilhões de dólares. Enquanto isso não acontecer a crise não acaba. Aguardem esperançosos.
Escrito por Nathal às 11h52
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A Teoria Olduvai. Essa teoria estabelece que a vida industrial da civilização durará cerca de 100 anos 1930-2030. Consumo, e produção de energia per capta, definem isso. A produção exponencial de produção de energia começará a declinar a partir de 2008, e sua taxa de crescimento começará a ser negativa a partir da mesma data. A partir daí, até 2050, a população mundial deverá decrescer em 2 bilhões de pessoas. There is no comprehensive substitute for oil in its high-energy density, ease of handling, myriad end-uses, and in the volumes in which we now use it. The peak of world oil production and then its irreversible decline will be a turning point in Earth history with worldwide impact beyond anything previously seen. And that event will surely occur within the lifetimes of most people living today. (Youngquist, 2004). “Não há substituto a altura para a energia derivada do petróleo em sua alta densidade, de fácil manuseio, com milhares de utilizações finais, e no volumes nos quais a humanidade utiliza nos dias de hoje, em seus níveis de consumo atuais. A queda nos estoques de petróleo, e sua produção, (PEAK OIL) serão, portanto um momento decisivo na historia do planeta Terra, e terão impacto mundial muito além do que qualquer um pode prever. E este evento irá certamente ocorrer dentro do tempo de vida dos habitantes da terra que vivem ainda hoje”. _________________________________________________________________ O problema de energia do mundo então se resume em abundancia, fácil manuseio, e utilização. Enquanto a tecnologia não descobrir novas fontes de energia, dependeremos ainda do petróleo para manter as coisas andando. Principalmente o transporte que é dependente inteiramente da gasolina tem de ser pensado em primeiro lugar. Se isso for resolvido quanto mais breve for mais tempo ganharemos na corrida contra o tempo para acharmos uma nova tecnologia energética. Não nego que o mundo está muito perto disso acontecer. A transformação de tudo em energia elétrica, após termos descoberto como fazer a fissão nuclear limpa, é apenas uma questão de tempo. Há imensas dificuldades, porém nada que não possa ser resolvido com avanços tecnológicos já em andamento. 
Se nada for feito, ou descoberto, o futuro após o peak oil seria este mostrado pela figura acima. Cairíamos num abismo energético de consequencias imprevisíveis. O problema a ser discutido é o crescimento econômico. A crise, ora em andamento, está ai apenas por causa da consciência coletiva do que o preço da gasolina faria, e fez, à vida das pessoas grandes consumidoras de combustível. No topo do mundo, onde as pessoas dependem de combustível fóssil para manterem-se vivas, chegou-se ao ponto onde não havia vantagem econômica em continuar vivendo por lá enquanto mantinham-se aquecidas. Era mais barato morrer, ou mudar-se. Temos à nossa frente uma fase de transição energética. É liquido e certo que a lei da oferta e procura irá funcionar. Para que não haja uma explosão nos preços do petróleo, que impeça a civilização de simplesmente existir, os níveis de consumo, até a troca de base energética, deverão ser cada vez menores ao longo dos próximos anos. Isso é um fato da vida da humanidade no momento atual. Não adianta Lulla marolinha mandar gastar, não há como gastar. Todo o petróleo de Tupy, se fosse tirado de lá, não duraria 6 meses nos níveis de consumo atual do mundo, portanto nada de festejar o que, primeiro, não se pode dispor ainda, e segundo, mesmo depois de disponível e alcançado, a quantidade de petróleo existente não é uma cifra assombrosa que mantivesse o consumo mundial por 50 ou 100 anos. A humanidade deverá experimentar essa consciência coletiva assim que o petróleo atingir, - no ano que vem - cifras acima de 150,00 dólares. O mundo verá inapelavelmente que não dá para manter o ritmo de crescimento atual. Novos patamares deverão ser estabelecidos. Voltaremos - na marra - aos níveis de 1960 e olhe lá. No entanto há uma curiosa taxa de crescimento da tecnologia por detrás desse perigo que nos ameaça, isto é, veremos a taxa de crescimento tecnológico se multiplicar por mil até o final do século XXI, e isso pode mitigar os efeitos da falta de energia mundial. Estamos de frente com a nossa realidade, vamos enfrentá-la então.
Escrito por Nathal às 09h16
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